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sábado, setembro 23, 2017

BOLSONARO, A REVISTA 'VEJA' E OS PONTOS DE LUZ NO HORIZONTE DO BRASIL QUE PODEM SE TRANSFORMAR EM ESTRELAS BRILHANTES...


É claro que o presidenciável Jair Bolsonaro não é uma unanimidade. Melhor assim, pois como dizia o jornalista, escritor e dramaturgo mais famoso da história do Brasil, Nelson Rodrigues, "toda unamidade é burra".

Todavia, como tenho ressaltado aqui neste blog Bolsonaro é até agora o candidato com maior prestígio popular. Basta conferir uma torrente de vídeos postados na página do candidato no Facebook.

Num passado remoto a grande mídia brasileira se dividia no que se relaciona à simpatia a determinadas agendas e candidatos. Da poderosa máquina de escrever de Nelson Rodrigues brotavam textos demolidores sempre ancorados nos cânones do conservadorismo.

Na atualidade, a grande mídia toca apenas um samba de uma nota só, afinal passou a cumprir rigorosamente as pautas ditadas pelo establishment. Como o meio jornalístico sempre foi um deserto de inteligência e o citado Nelson Rodrigues era um ponto fora da curva, na atualidade o jornalismo é ainda pior. Mormente depois que os jornalistas passaram a ser formados nos famigerados cursos bundalelê de jornalismo que abundam por aí.

O que inspira este meu comentário está contido no vídeo acima. Ou seja, a coluna Radar, do site da revista Veja, escrita por Maurício Lima publicou uma nota afirmando que Bolsonaro convidou Paulo Roberto Costa, condenado pela Lava-Jato, para ser candidato a deputado. O próprio deputado Bolsonaro explica no vídeo.

Fui lá conferir no site de Veja e realmente está lá a nota em destaque, conforme pode ser vista em foto logo abaixo deste texto. O colunista apenas colocou uma linha entre parênteses ao final afirmando que Jair Bolsonaro nega que tenha feito o convite. Até porque, como ressalta o próprio presidenciável, o fato de ter sido condenado na Lava-Jato impede, por lei, qualquer candidatura do indigitado ex-diretor da Petrobras.

Quando o establishment entra em desespero começam a ser plantadas na grande mídia coisas incríveis. Aliás, até hoje a bandalha jornalística dos grandes veículos de mídia continua apoiando a exposição bundalelê do Banco Santander destinada, vejam só, a educar as criancinhas.

Ao mesmo tempo, a grande mídia revela que o presidenciável tucano João Dória Júnior, voltou da França entusiasmado com a agenda 'globalista' do seu amiguinho socialista "Emmanuel Macron". Só falta agora Dória Jr. começar a importar os tarados islâmicos para São Paulo.

Ainda bem que faíscam no horizonte pontos de luz que podem se transformar em estrelas (êpa!) brilhantes que voltarão a iluminar todos os rincões do Brasil.
RADAR DA VEJA...

Sponholz: O verdadeiro vampiro.

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sexta-feira, setembro 22, 2017

SALVEMOS AS CRIANÇAS

Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Discutir o que é contemporâneo avançou sob novas formas através das transformações revolucionárias da comunicação trazidas pela tecnologia. É bom frisar que tal progresso não significa em si perfeição, pois a ação humana serve tanto para o bem quanto para o mal, para a mentira ou para a verdade, para o amor ou o ódio. De todo modo, as redes sociais avultam hoje como o quinto poder, algo que não foi ainda analisado em toda sua potencialidade e complexidade, sendo que não há indícios de recuo na participação e na interação de pessoas através das redes sociais onde opiniões trafegam livremente, debates se cruzam, ideologias provocam embates acalorados.
Na análise de tal fenômeno social quero retomar a tese de Robert A. Dahl sobre o que ele denominou de “poliarquia”, termo que significa “o governo de muitos, que permite ao povo participar das principais escolhas, sobretudo nas dos dirigentes”.
Atualizando o conceito se pode dizer que, além das escolhas políticas, hoje a participação nas redes sociais ampliou a poliarquia, que nada mais é do que uma forma de democracia na qual excessos deveriam encontrar seus limites não na censura, mas nos direitos fundamentados nas leis.
Dito isso, tomemos como exemplo de discussão recente que percorreu as redes sociais e a mídia, aquela relativa ao encerramento da exposição Queermuseu havida em Porto Alegre (RS), patrocinada pelo Banco Santander e financiada pela Lei Rouanet com a nada modesta quantia de R$ 800.000,00.
Nesse sentido, significativa foi a matéria da Veja (20/09/ 2017), que teceu duras críticas ao Movimento Brasil Livre (MBL), chamando-o de obscurantista por ter pedido nas redes sociais o boicote a tal exposição por conta do incentivo a pedofilia, a zoofilia e pelo desrespeito a símbolos sagrados. Além do MBL, outros grupos também se indignaram com a mostra. O título da matéria da Veja foi: “A Vitória das Trevas”.
De modo sucinto, pois um artigo tem seus limites, faço referência ás “trevas” citadas, uma alusão à Idade Média. Mas, haverá realmente obscurantismo e trevas no repúdio de grupos sociais à exposição? Não teria sido uma reação normal diante do claro apelo a pedofilia e a zoofilia que aparece de forma contundente na tela de Adriana Varejão, em que pese as interpretações sofisticadas dadas pela autora? Mais chocantes ainda as figuras das “crianças viadas”, apelo forçado ao homossexualismo e indutor da pedofilia.  Uma caixa de hóstias era cercada por palavrões, um arremedo de Nossa Senhora carregava em vez de Jesus um macaco, um Cristo estapafúrdio cheio de braços refletia mais uma vez o mau gosto da mostra. E havia muito mais coisas que no passado, em vez de arte, eram chamadas de modo politicamente incorreto de taras, aberrações, blasfêmias.
Se a mostra pelo menos tivesse tido uma classificação por idade, como no teatro e no cinema, vá lá, mesmo provocando reações instintivas de repúdio e asco. Mas a questão crucial é que a exposição, que tratava de questões de gênero e diversidade, “receberia alunos de escolas públicas e particulares e ensejaria trabalhos” sobre obras dos expositores.
Como, pergunto, olhos infantis espantados veriam aquilo tudo? De que modo o inexplicável sexo com animais repercutiria em suas mentes em formação? 
Penso que cada um é livre para escolher seu modo de viver, mas incomoda a obsessiva doutrinação existente, como se todos fossem obrigados a se converter em homossexuais. E a doutrinação começa nas escolas com crianças muito novas, fazendo-as perder suas referências, o que pode mais tarde gerar adultos problemáticos; estimula-se a diversidade de experiências sexuais precoces, perigoso caminho para a legitimação da pedofilia, sendo que entendo pedofilia como crime hediondo; em construções arbitrárias ensina-se que não existe diferença entre meninos e meninas, o que raiaria ao absurdo de se querer revogar leis da natureza.
Se trevas existem é porque o momento é de graves manipulações. Há um desmanche de valores e grupos permissivos se impõe. Corrompe-se a juventude e a infância. Prega-se o vale-tudo. Não existe mais limites nem moral. Prevalece o prazer individual como único bem possível. Há uma busca de felicidade nunca alcançada, pois se dá por motivos errados. E os insatisfeitos correm atrás de novas experiências desesperadas das drogas e do sexo. Parece que estamos vivendo o fim de uma civilização de criaturas perdidas, que será substituída por outra mais evoluída, quem sabe, composta por inteligências artificiais.
Mas ainda é tempo, salvemos as crianças resgatando valores desaparecidos. Que os pais estejam atentos aos crimes cometidos contra seus filhos inocentes. E os que querem respeito, que aprendam a respeitar e exercer também a tolerância, para que banalização da sexualidade não faça a violência se voltar contra eles mesmos.
Com a palavra as redes sociais.

(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

Sponholz: E o cerco vai se fechando...

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quinta-feira, setembro 21, 2017

TRUMP ENLOUQUECE OS JORNALISTAS LACAIOS DOS DEMOLIDORES DA CULTURA OCIDENTAL


Compreende-se o ódio que os esquerdistas têm do Presidente Donald Trump. Desde o fim dos governos de Ronald Reagan e Margaret Thatcher até agora a bandalha esquerdista praticamente havia reinado absoluta. E o resultado foi a comunização da América Latina e a execução do que Hitler tinha em mente, ou seja o domínio da Europa, o que finalmente ocorreu com a deletéria União Europeia que rasgou todas as fronteiras e importou assassinos islâmicos para calar todos aqueles que levantem a voz contra esse regime de terror que dizima a Europa. Mas o projeto não se circunscreve à Europa. Em conluio com a ONU pretendem os neo-comunistas de Bruxelas estender esse sistema mega opressivo para todo o Ocidente.
Seus pontas de lança são principalmente as ditaduras comunistas. O Secretário Geral da ONU é um socialista português. A Internacional Socialista realiza reuniões dentro da própria ONU em New York, como já revelei aqui neste blog. Está em curso o que tem sido conceituado como "globalismo" quando, quem sabe, esses ditos blocos econômicos (que na verdade são essencialmente políticos) como UE, Mercosul, TTP, Nafta e congêneres, serão governados por um governo central mundial. As fronteiras serão todas abertas e talvez até lá a sharia, a lei islâmica, substituirá o direito racional, apanágio justamente da Cultura Ocidental. 
Todo esse projeto vislumbra um governo mundial totalitário cujo paradigma se encontra, grosso modo, na célebre obra de George Orwel. O esquema já era considerado favas contadas. 
Entretanto, esses canalhas do século XXI não contavam com com a vitória esmagadora de Donald Trump no pleito presidencial do ano passado. E mais do que isso. Jamais imaginariam que Donald Trump, desferisse, como de fato desferiu, uma bordoada tão sonora no projeto totalitário globalista. E a porretada foi dada exatamente dentro da catedral do globalismo, a Assembléia Geral da ONU. 
Essa gentalha está zonza até agora. Está enlouquecida. E a reação do establishment pode ser medida pelo comportamento da grande mídia em nível internacional. Quem tiver tempo pode conferir nos sites dos grandes veículos de comunicação. 
Só para terem uma ideia ilustro esta postagem com dois recortes de O Globo:
O JORNALISMO BOÇAL
O Globo escalou um enviado especial a New York, o jornalista Henrique Gomes Batista para cobrir o discurso de Mr. Trump. Esse bobalhão teve a coragem de qualificar o discurso de Trump como “beligerante”. Não vi o que disseram na Globo Fake News, porque há muitos anos não suporto ver e ouvir um bando de psicopatas mentindo. Velho de guerra do jornalismo sempre sei de antemão o que esses velhacos irão dizer.
Mas O Globo ainda convocou Adriana Carranca, e bota carranca descarada nisso, para  dar lição de política internacional a Mr. Donald Trump. 
O que se nota é que os herdeiros do falecido Roberto Marinho, aqueles mesmos que ofereceram um almoço especial a Dilma Roussef, no decorrer de sua campanha eleitoral, na residência da família Marinho, quando D. Lili, ainda estava viva, devem estar sofrendo muito. O império de mídia construído pelo Dr. Roberto Marinho parece que começou a se desmilinguir. Não é à toa quando há quem afirme que Lula um tremendo pé frio...
O advento da internet, das redes sociais, dos blogs e sites independentes não permitem que esses mentirosos continuem a mentir sem cerimônia, que continuem a produzir fake news impunemente e que prossigam pensando que todas as pessoas são imbecis e desinformadas.
O que é verdade é que jornais de papel, revistas e assemelhados irão desaparecer. Ato contínuo será a televisão nos moldes como é feita atualmente. Os mega impérios de mídia sofrerão um abalo fenomenal na mesma medida em que a tecnologia avança.
Tanto é que Donald Trump venceu a eleição na condição de um outsider, já que tinha inclusive a oposição do próprio Partido Republicano minado nos últimos anos pelo establishment. Leia-se: bilhões de dólares!, procedentes do aparelho globalista financeiro.
Por isso Donald Trump, que é um empresário bilionário, comprou a briga com os títeres globalistas. O eleitorado americano, seviciado pelo deletério desgoverno de Obama (um operador dos globalistas) entendeu a jogada.
Eleito, Donald Trump passou a executar todas as suas promessas de campanha. Seu discurso na Assembléia da ONU é um ponto de inflexão poderoso, um verdadeiro furacão devastador que deixou meio mundo perplexo e enlouquecido. E é neste momento que o establishment aciona seus beleguins das redações para distorcer os fatos, para mentir, para confundir, para desinformar.
Se o público que lê jornal, vê televisão e escuta rádio soubesse o nível intelectual, moral e ético dos que trabalham nas redações desses veículos de mídia jamais gastaria um tostão em assinaturas de TV e jornais.
Acreditem: jornalistas em sua maioria - no mínimo 99,9% - são burros, imbecis e idiotas mas “se acham” os reis da cocada preta. Passei boa parte da minha carreira em redação de jornal, o bastante para lograr esta conclusão. Aliás, quem lê jornal e vê televisão com certa acuidade chegará à conclusão análoga.
E, para completar: se os principais valores da cultura ocidental - dentre eles a liberdade individual que vem sendo açoitada pelos cânones do pensamento politicamente correto -, sobreviverem a esse ataque brutal isto será sem dúvida a principal obra e o principal legado do Presidente Donald Trump.
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N.B.: O vídeo que ilustra esta postagem destacando um trecho do poderoso discurso de Trump na ONU foi traduzido e legendado pelo sempre excelente site Tradutores de Direita 

Sponholz: Processo de canonização...

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terça-feira, setembro 19, 2017

A ADVERTÊNCIA DO GENERAL MOURÃO E O ARREGANHO DA CANALHA COMUNISTA

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É tão claro como água cristalina que depois que os militares se recolheram aos quartéis devolvendo o poder aos civis a baderna no Brasil voltou à ordem do dia. Velhos de guerra os comunistas trataram de imobilizar as Forças Armadas nos quartéis a ponto de que poucos brasileiros sabem quem são os comandantes do Exército, da Marinha e e da Aeronáutica. E, para rebaixar os militares rés do chão, o ex-desgoverno do PT convocou as Forças Armadas brasileiras para matar mosquitos.

Outro absurdo foi enviar contingentes das nossas Forças Armadas para cuidar do Haiti envolvendo-as no mirabolante projeto do PT de obter assento no Conselho de Segurança da ONU. Foram milhões do erário para manter nossos militares operando no estrangeiro enquanto aqui no Brasil se verificou no mesmo período um aumento impressionante da bandidagem. Que o digam os moradores do Rio de Janeiro, a ex-cidade maravilhosa e que hoje abriga o ''quartel-general" do banditismo.

Pois bem. Agora mesmo os comunistas investiram mais uma vez contra os militares. Desta feita por causa de uma palestra numa loja maçônica de Brasília proferida pelo General Antonio Hamilton Martins Mourão os comunistas arreganharam mais uma vez as sua unhas vermelhas.

É que o General Mourão, resumidamente, disse que se os civis não debelarem a avassaladora onda de corrupção e roubalheiras que castigam a Nação as Forças Armadas teriam de entrar em ação.

Isso foi o bastante para que esse bando de corruptos e ladrões passassem a ameaçar o General Mourão ajudados pelos jornalistas da grande mídia e, pelo visto, com a chancela de certos oficiais da caserna. Essa reação à fala do General é suficiente para intuir que estivemos e continuamos expostos a um golpe comunista similar ao ocorrido na  Venezuela.

A destruição das nossas Forças Armadas pela canalha comunista começou no governo do Fernando Henrique Cardoso quando foram demolidos os Ministérios do Exército, Marinha e Aeronáutica com a criação do Ministério da Defesa, isto é, os militares estaríam então sujeitos ao poder civil, apanágio das verdadeiras democracias...

De lá para cá todos os Ministros da Defesa do Brasil têm sido comunistas. O atual, Raul Jungmann, vem do velho Partido Comunista Brasileiro (PCB) que depois do fim da URSS mudou de nome e atualmente é o PPS - Partido Popular Socialista.

Quando desmoronou a URSS os comunistas mudaram suas práticas dissimulando seus verdadeiros objetivos. Muitos foram para o então neófito Partido Verde que começou na Europa e espraiou-se pelo mundo todo tendo sido o primeiro partido político que serviu para receber e acobertar os tiranetes comunistas. No Brasil surgiu o Partido dos Trabalhadores, o deletério PT, cuja denominação teve o objetivo de escamotear sua verdadeira natureza comunista. Essa narrativa que faço de forma ligeira é suficiente para entender a jogada da canalha vermelha. 

E tanto é verdade absoluta a minha assertiva que agora há pouco houve um golpe comunista na Venezuela que começou a conta-gotas com a ascensão de Hugo Chávez, tipificado então como "revolução bolivariana". O mesmo estava para acontecer no Brasil, não fosse o povo brasileiro ter ido aos milhares às ruas para derrubar o PT do poder.

Na Venezuela o golpe comunista foi possível por causa da adesão das Forças Armadas ao projeto cubano-bolivariano. Afinal, as Forças Armadas são a instituição fundamental de qualquer país. O Direito em última análise repousa na força. É o monopólio legítimo da força ao qual alude Max Weber. O exemplo singelo é que se um grupo de bandoleiros conseguir impor seu domínio sobre determinado país ou região passa a impor as suas regras. Funda, via de regra, um novo Estado, como conseguiu fazê-lo Fidel Castro em Cuba.

Destarte todo o arcabouço jurídico, o conjunto de regras, leis vigentes e até mesmo os costumes tidos como válidos e que orientam as ações e relações sociais têm sua validade ancorada na força. Nas ditas democracias constitucionais não é diferente. As leis são obedecidas quando comportamentos desviantes são rigorosamente punidos dentro dos cânones legais acordados em uma Assembléia Constituinte.

O episódio envolvendo o General Mourão, sem qualquer dúvida, é um severo alerta ao povo brasileiro no sentido de que a ameaça da venezuelização do Brasil continua de pé e interessa ao establishment que tem como ponta de lança a grande mídia. E a prova disso se pode ver, ler e ouvir por todos os canais de comunicação.

Notem que toda a grande mídia de forma uniforme se levanta contra o General Mourão enquanto a maioria do povo brasileiro o aplaude, o que pode ser conferido nas redes sociais. É claro que tem aquela maioria silenciosa e oportunista e que pelo seu silêncio contribui para a nefasta ação de comunização do Brasil.

Reparem, como já afirmei inúmeras vezes aqui neste blog que a palavra comunista foi simplesmente retirada de qualquer análise e/ou noticiário político, embora o próprio Ministro da Defesa, Raul Jungmann seja um comunista velho de guerra do PCB, hoje travestido de PPS. Seus antecessores no Ministério da Defesa também foram comunistas.

Imaginem os Oficiais das nossas Forças Armadas batendo continência para os comunistas!, enquanto todas as iniquidades são consentidas a ponto da população do Rio de Janeiro, que já foi a "cidade maravilhosa", estar atualmente, na prática, "governada" por bandoleiros. Sim, porque se alguém evita transitar por algum lugar ou se contrata vigilância particular e vive temerosa já existe na prática um Estado paralelo que impõe a sua própria lei.

Por tudo isso soa ridículo, para dizer o mínimo, que o comunista Raul Jungmann e seus sequazes posem de bons moços ao emitir ameaças e instigar a caserna contra o General Mourão. 

Isto seria muito bem uma piada se não fosse a verdade trágica e inacreditável.

Sponholz: Briga dentro do esgoto.

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segunda-feira, setembro 18, 2017

CRESCIMENTO DA CANDIDATURA DE BOLSONARO FAZ PSICOPATAS ESQUERDISTAS SAÍREM DO ARMÁRIO ENLOUQUECIDOS


Não há a menor dúvida sobre um fato: até agora não há nenhum pré-candidato à Presidência da República que supere o prestígio e a popularidade do deputado Jair Messias Bolsonaro. E à medida que o tempo corre célere em direção a 2018 os esquerdistas vão ficando cada vez mais nervosos e enlouquecidos, bem como seus agentes infiltrados na grande mídia.

O vídeo acima mostra esta realidade que, inclusive, coloca seriamente em risco a integridade física do presidenciável Jair Bolsonaro. O próprio deputado postou o vídeo em sua página do Facebook neste domingo, acrescentando apenas uma legenda: - Nossa saída após palestra na Universidade FUMEC em Belo Horizonte. - Quem são os intolerantes?

E nem precisa explicar muito. O vídeo fala por si só. Um grupelho de psicopatas esquerdistas tenta atacar o presidenciável e se não fosse o providencial policiamento teriam logrado seu intento.

Imaginem. Estamos ainda há um ano da eleição presidencial que ocorrerá em 3 de outubro de 2018 e os presidenciáveis listados nas pesquisas eleitorais ainda nem foram oficializados pelos seus partidos, coisa que ocorrerá só no próximo ano nas convenções partidárias obedecendo os prazos legais.

Notem, no entanto, que esses grupos esquerdistas estão cada vez menores.Os fatos que emergiram da Operação Lava Jato praticamente demoliram a agenda comunista e seus líderes. Nem o PT e muito menos seus satélites com todas as mortadelas do mundo conseguirão arregimentar mais do que meia dúzia de gatos pingados. Ainda assim, não se pode negligenciar ações desta natureza e líderes como Jair Bolsonaro necessitam de forte aparato de segurança.

O que fica cada vez mais evidente é que o prestígio de Bolsonaro cresceu de forma inaudita nos últimos meses, sobretudo quando a lama da corrupção e roubalheiras variadas inunda praticamente todos os principais partidos e já respinga em lideranças tradicionais.

Tal fato deixa os esquerdistas de todos os matizes completamente alucinados. Nunca na história política brasileira houve algo parecido como o que veio à tona por meio da Operação Lava Jato. Todos os principais partidos políticos estão lambuzados por esta lama, fato que levou o próprio deputado Jair Bolsonaro a permanecer sem partido. É um autêntico outsider, embora esteja em tratativas para ingressar no Patriotas, agremiação gerada a partir do nanico PEN.

Esta situação de limbo partidário de Bolsonaro é por si mesma surpreendente e não há registro histórico de situação política análoga, o que por si só dá a dimensão da liquidação total dos últimos resquícios dos valores morais e éticos pelos desgovernos de Lula e seus sequazes. Afinal, fica muito claro para todos os eleitores que a então suposta performance do PT foi construída essencialmente pela compra de apoio político de praticamente todos os partidos políticos e de todas as principais lideranças. E aí entraram de forma vergonhosa os grandes empresários e banqueiros.

O nível de rapinagem é inaudito e alcança todas as esferas da República, todos os partidos políticos, enfim, todo o aparelho estatal.

Nesse ambiente esgarçado e contaminado pela corrupção e roubalheira se ferirá o pleito presidencial de 2018. Por isso neste quadrante da história do Brasil, cada brasileiro honesto, trabalhador, estudante, emula o filósofo grego Diógenes que costumava andar pelas ruas de Atenas segurando uma lâmpada para encontrar um homem honesto.

Neste vídeo a visita de Bolsonaro a Florianópolis em maio/2017.

REALIDADE & CONSEQUÊNCIA
Por tudo isso, a performance de Jair Messias Bolsonaro não é um ponto fora da curva, uma surpresa. Ela é a realidade e consequência. E, como não poderia deixar de ser, incomoda muita gente. Sobretudo o esquerdismo delirante que até há pouco vinha sendo cevado com recursos do erário que irrigavam generosamente variadas bolsas, ONGs, institutos de pesquisa, think tanks esquerdistas, institutos políticos e, como não poderia deixar de ser, a grande mídia e os blogs da esgotosfera. Por cima e provisoriamente é isso que se sabe. 
Mas ainda têm os bancos estatais e agências de fomento seriamente rapinados.

No final não sobrou nada. Ou melhor, sobrou a conta para pagar. E, quem paga a conta? Ora, nós os trabalhadores, o povo em geral que de uma hora para outra viu a nossa moeda, o Real, brutalmente desvalorizado enquanto algo em torno de 14 milhões de empregos foram para o vinagre.

Face a tudo isso, Bolsonaro acabou se transformando realmente no Messias. Nenhum argumento derruba, portanto neste momento, a disposição popular de sufragá-lo como Presidente da República. O alvoroço e a agressão dos esquerdistas nestas alturas do campeonato só reforçam a candidatura presidencial de Jair Messias Bolsonaro.

Aliás, os demais candidatos pontuam nas pesquisas graças aos veículos da grande mídia e seus jornalistas engagés que quando não ignoram Bolsonaro cuidam de rotulá-lo com "fascista", de "extrema-direita" e até mesmo de "estuprador", ao mesmo tempo em que afagam Lula e os tucanalhas.

Compreende-se também o desespero dos ex-alegres rapazes e raparigas das redações. Devem enfrentar igualmente a crise dos caraminguás, turbinada pela ação corrosiva da internet que determinará o fechamento de grande número de empresas jornalísticas. Aliás, muitas já estão planejando o fim de suas edições impressas. O primeiro veículo da grande mídia a suspender sua edição em papel foi a tradicional Gazeta do Povo, do Estado do Paraná. Mas pelo que se vê, esse diário não se mudou apenas para a internet. Sentiu o cheiro de carne queimada e já alterou seu esquema editorial, se é que me entendem. Ao que parece está se dando bem e isso já é um alento.

Enquanto os cães ladram, a caravana de Bolsonaro vai passando célere rumo a 2018.

Sponholz: Fim de linha.

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sábado, setembro 16, 2017

O FENÔMENO JAIR BOLSONARO QUE TODA A GRANDE MÍDIA NÃO CONSEGUE DERROTAR


De repente os institutos de pesquisa que vinham sondando quase semanalmente as tendências do eleitorado em relação à eleição presidencial de 2018 deram uma abrupta parada. 

Dos pré-candidatos à Presidência da República citados nessas pesquisas o único que está em campo sem parar é o deputado Jair Bolsonaro. Basta conferir em sua página do Facebook. Exemplo disso é sua recente visita a Minas Gerais onde foi carregado nos ombros de eleitores como registra o vídeo acima. E essa cena vem se repetindo há meses, embora Bolsonaro seja simplesmente desprezado pela grande mídia que quando essa se reporta ao parlamentar pré-candidato presidencial.

Basicamente Jair Bolsonaro se vale apenas das redes sociais como Facebook e Twitter e, mesmo assim, mobiliza muita gente em ruidosas manifestações em seu favor em todos os lugares onde aparece.

E, quando os jornalistas e demais políticos se reportam a Bolsonaro é apenas para confiná-lo na "extra-direita" do espectro político.

Como a esmagadora maioria dos jornalistas da grande imprensa perfila-se ideologicamente à esquerda em matérias, debates e/ou entrevistsa de abordagem política a escolha do entrevistador e/ou debatedor é sempre um político ou acadêmico que sustentará a narrativa que interessa à esquerda. E não titubeará em qualificar Jair Bolsonaro como político de extrema-direita, quando não lhe acusam de fascista, nazista e outros qualificativos análogos.

Entretanto, a última pesquisa de um desses institutos realizada no Rio Grande do Sul, tradicional reduto do esquerdismo bundalelê, apontou Bolsonaro em primeiro lugar. Daí em diante, as pesquisas sumiram do mapa.

Mas o que salta aos olhos é que por exemplo, o João Dória Jr., que é sim um dos candidatos presidenciais, ao invés de palmilhar o Brasil parece que faz campanha no exterior. Dia desses esteve na França e agora há pouco na Argentina. Bem antes, logo depois que assumiu a Prefeitura de São Paulo esteve no Oriente Médio no road-show para "vender São Paulo". 

De sorte que, por enquanto, quem tem evidente prestígio popular é Jair Bolsonaro, já que tem ido a diversas regiões do país onde tem sido recebido em calorosas recepções e carregado nos ombros dos eleitores.

Esta é a verdade dos fatos. E o mais incrível é que a rigor Jair Bolsonaro não dispõe de nenhuma máquina partidária. E isto, por si só, já é uma excelente pauta jornalística. Fosse Bolsonaro um político esquerdista, globalista e afinado com as teses bolivarianas estaria brilhando todos os dias no Jornal Nacional, enquanto os penas alugadas do esquerdismo - os ditos analistas políticos - se derramariam em louvaminhas a ele.

JUSTIÇA FEDERAL SOLTA REITOR DA UFSC E MAIS SEIS PRESOS EM OPERAÇÃO QUE INVESTIGA DESVIO DE RECURSOS DA UNIVERSIDADE

A Justiça Federal revogou nesta sexta-feira (15) a prisão temporária dos sete presos na Operação Ouvidos Moucos, da Polícia Federal, que apura desvio de recursos em cursos de Educação a Distância (EaD) oferecidos pelo programa Universidade Aberta no Brasil (UAB) na Universidade Federal de Santa Catarina. As prisões ocorreram na quinta-feira (14).
A juíza federal Marjorie Freiberger encaminhou o alvará de soltura ao presídio de Florianópolis e foram soltos às 20h48 desta sexta o reitor da universidade, Luis Carlos Cancellier de Olivo, e outros seis funcionários da universidade : Marcos Baptista Lopez Dalmau, Gilberto de Oliveira Moritz, Roberto Moritz da Nova, Rogério da Silva Nunes, Eduardo Lobo e Marcio Santos.
Na decisão, a juíza afirma que "a prisão é medida extrema, de ultima ratio, que demanda fundamentos sólidos o suficiente para superar a garantia constitucional de ir e vir. No presente caso, a delegada da Polícia Federal não apresentou fatos específicos dos quais se possa defluir a existência de ameaça à investigação e futuras inquirições. Com o cumprimento das medidas, o fundamento para a outorga da prisão temporária para assegurar a eficácia das diligências requeridas e deferidas deixou de existir. Por isso, está ausente o requisito para a manutenção da prisão".
Em nota, a Polícia Federal afima que "ao contrário do que consta da r. decisão, não foi isso o que pleiteamos, qual seja, que os presos fossem liberados após seus interrogatórios, fosse este o caso, teríamos representado apenas pela sua condução coercitiva".
"Deixamos claro ao d. Juízo por ocasião da representação que os elementos colhidos no cumprimento das medidas e nos dias que se seguissem poderiam indicar a necessidade da prorrogação da temporária ou conversão em preventiva, que pleitearíamos ao d. Juízo se assim entendêssemos ser o caso", continua a nota.
A Ordem dos Advogados do Brasil em Santa Catarina (OAB/SC) se manifestou por nota sobre as prisões: "a Seccional Catarinense da Ordem dos Advogados do Brasil vem externar a sua preocupação com o uso cada vez mais freqüente e rotineiro de medidas restritivas de liberdade para fins de investigação criminal, antes de instaurado o devido processo legal e o contraditório". Do site G1