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quarta-feira, março 29, 2017

A NEFASTA AÇÃO ESQUERDISTA PODERÁ DEGENERAR EM GUERRA CIVIL NOS ESTADOS UNIDOS

O artigo que segue após este prólogo é meio longo porém imprescindível para compreender o que realmente está acontecendo nos Estados Unidos depois da eleição de Donald Trump. O escrito, recente, está publicado no tradicional e respeitado site conservador Frontpage. Seu autor é Daniel Greenfield, membro do Shillman Journalism do Freedom Center. Greenfield é um escritor de New York que se dedica ao estudo e análise sobre o radicalismo islâmico.
Neste texto que transcrevo abaixo ele apresenta uma vigorosa análise do que está acontecendo de fato no que concerne à política nos Estados Unidos, principalmente depois da eleição que levou Donald Trump à Presidência, arriscando uma sombria premonição: os esquerdistas que dominam o partido democrata e todo o establishment acenderam o estopim de uma guerra civil.
Vale a pena ler este artigo que jamais será publicado nos veículos de comunicação da grande mídia. Procuro, com este blog oferecer aos estimados leitores justamente aquilo que é escamoteado pela grande mídia. Seria um tolice repetir apenas o que é publicado pela dita mainstream media. Sobretudo no que respeita ao noticiário internacional que mais desinforma que informa realmente o que está ocorrendo. E, no caso norte-americano, o que de fato está acontecendo é lamentavelmente noticiado pelos jornalistas da grande mídia sob as poderosas lentes do esquerdismo delirante. Oxalá fosse apenas delirante. Na verdade todo o noticiário, análises e comentários referentes aos Estados Unidos e Europa veiculados pela grande mídia não refletem a verdade dos fatos. E mais do que isso, levam os leitores e telespectadores a formarem um juízo completamente equivocado sobre os acontecimentos.
Todavia, a verdade dos fatos se impõem. E os fatos não são bons porque podem degenerar numa guerra civil nos Estados Unidos. Dada as dimensões e a importância econômica e geopolítica do gigante norte-americano, a consumação desse funesto prognóstico teria impacto global de devastação incomensurável. 
E, como não poderia deixar de ser, é o totalitarismo ideológico do neocomunismo do século XXI que pode levar ao desastre de uma III Guerra Mundial. Por enquanto essa guerra já existe no plano cultural. Mas como essa estratégia está sendo desbaratada com a ascensão de Donald Trump e com a saída do Reino Unido das garras da União Europeia, a peste esquerdista não hesitará em matar, matar e matar. E a história está aí para comprovar que o esquerdismo consegue ser pior que as piores pestes que já acometeram a humanidade.
Recomendo portanto que leiam o artigo que segue e compartilhem. A informação é a principal arma para evitar o pior. Fiz a tradução do inglês com o apoio de tradutor online e posterior copydesk. Mas meus conhecimentos do inglês não são suficientes para uma tradução de primeira linha. Continuo estudando, mas não é moleza. Leiam:
A GUERRA CIVIL ESTÁ AQUI
Uma guerra civil começou.
Esta guerra civil é muito diferente da última. Não há cargas de canhões ou cavalaria. A esquerda não quer se separar. Quer governar. Os conflitos políticos tornam-se guerras civis quando um lado se recusa a aceitar a autoridade existente. A esquerda rejeitou todas as formas de autoridade que não controla.
A esquerda rejeitou o resultado das duas últimas eleições presidenciais ganhas pelos republicanos. Rejeita a autoridade judiciária da Suprema Corte quando as decisões não estão de acordo com sua agenda. Rejeita a autoridade legislativa do Congresso quando não é dominada pela esquerda.
Rejeitou a Constituição há tanto tempo que dificilmente menciona.
Foi para a autoridade executiva unilateral total sob Obama. E agora cabe aos Estados decidirem unilateralmente quais leis seguirão. (Enquanto isso envolve desafiar as leis de imigração sob Trump, não seguindo-as sob Obama.) Foi para a autoridade sacrossanta do Senado quando ele manteve a maioria. Em seguida, criticou o Senado como uma instituição ultrapassada quando os republicanos assumiram.
Foi para Obama desafiar as ordens dos juízes federais, não importa o quão bem fundamentado na lei existente, e serve para os juízes federais anularem qualquer ordem por Trump em qualquer motivo que seja. Foi para Obama punir os denunciantes, mas agora, para minar o governo de dentro, tornou-se "patriótico".
Não há nenhuma forma de autoridade legal que a esquerda aceite como uma instituição permanente. Só utiliza formas de autoridade seletivamente quando as controla. Mas quando os funcionários do governo recusam as ordens do governo devidamente eleito porque sua lealdade é para uma ideologia cuja agenda está em conflito com o presidente e o Congresso, isso não é ativismo, protesto, política ou desobediência civil; É traição.
Depois de perder o Congresso, a esquerda consolidou sua autoridade na Casa Branca. Depois de perder a Casa Branca, a esquerda mudou seu centro de autoridade para juízes federais e funcionários do governo não eleitos. Cada derrota levou os democratas radicalizados a mudarem de instituições mais democráticas para instituições menos democráticas.
Isso não é apenas hipocrisia. Esse é um pecado político comum. Hypocrites manobra dentro do sistema. A esquerda não tem lealdade ao sistema. Ela não aceita leis diferentes das ditadas por sua ideologia.
LOUCURA IDEOLÓGICA
Os democratas tornaram-se radicalizados pela esquerda. Isso não significa apenas que eles perseguem todos os tipos de políticas ruins. Isso significa que a sua primeira e mais importante fidelidade é uma ideologia, não a Constituição, nem o nosso país nem o nosso sistema de governo. Todos esses são apenas para ser usado como veículos para a sua ideologia.
É por isso que o compromisso tornou-se impossível.
Nosso sistema de governo foi projetado para permitir que diferentes grupos negociassem suas diferenças. Mas essas diferenças deveriam basear-se em encontrar interesses compartilhados. O mais profundo desses interesses compartilhados era o de um país comum baseado em certos valores civilizacionais. A esquerda substituiu essas idéias fundadoras por noções e princípios radicalmente diferentes. Rejeitou a importância primordial do país. Como resultado, ela compartilha pouco em termos de interesses ou valores.
Em vez disso, recuou para enclaves culturais urbanos e suburbanos, onde centralizou enormes quantidades de poder, desconsiderando os interesses e valores da maior parte do país. Se os considera, está convencido de que eles desaparecerão em breve para serem substituídos por imigrantes que se conformam e esquerdistas universitários que formam uma maioria demográfica permanente para sua agenda.
Mas não poderia esperar tanto tempo porque é animada pela convicção de que reforçar suas idéias é urgente e inevitável. E assim transformou o que tinha sido uma transição escondida em uma ruptura aberta.
Na transição oculta, suas figuras de autoridade haviam seqüestrado a lei e todos os cargos políticos que ocupavam para perseguir sua agenda ideológica. A esquerda tinha usado seu vasto poder cultural para fabricar um consenso que estava lentamente transitando o país dos valores americanos para seus valores e agendas. O direito tinha-se revelado largamente impotente diante de um programa que corrompia e subvertia de dentro.
A esquerda teve enorme êxito neste aspecto. Foi tão bem sucedida que perdeu todo o senso de proporção e decidiu abrir suas opiniões e lançar uma luta de poder político depois de perder uma eleição.
Os democratas não estavam mais sendo injetados lentamente com ideologia de esquerda. Em vez disso, a esquerda assumiu abertamente e exigiu lealdade às fronteiras abertas, à política de identidade e ao fanatismo ambiental. O êxodo dos eleitores acabou com os democratas em grande parte do que a esquerda considerou país de passagem aérea.
A esquerda respondeu às derrotas democráticas recuando mais profundamente em instituições não democráticas, seja a burocracia ou a mídia corporativa, ao mesmo tempo que dobra seu radicalismo político. Agora, está desafiando abertamente o resultado de uma eleição nacional usando uma coalizão de burocratas, corporações, funcionários não eleitos, celebridades e repórteres que se baseiam fora de seus enclaves culturais e políticos.
A esquerda respondeu a uma eleição perdida construindo “cidades e estados santuários” transformando assim uma secessão cultural e ideológica em uma secessão legal. Mas enquanto os secessionistas querem ser deixados sozinhos autoritários querem que todos sigam suas leis. A esquerda é um movimento autoritário que quer cumprimento total com seus ditames com punições severas para aqueles que desobedecem.
A esquerda descreve suas ações como princípios. Mas, mais precisamente, eles são ideológicos. Funcionários de vários níveis de governo rejeitaram a autoridade do Presidente dos Estados Unidos, do Congresso e da Constituição porque estes estão em desacordo com sua ideologia radical. Os juízes dissimularam essa rejeição na lei. Prefeitos e governadores nem sequer fingem que suas ações são legais.
As escolhas desta guerra civil são dolorosamente claras.
Podemos ter um sistema de governo baseado em torno da Constituição com representantes democraticamente eleitos. Ou podemos ter um baseado nos princípios ideológicos da esquerda em que todas as leis e processos, incluindo as eleições e a Constituição, são folhas de figo para reforçar a justiça social.
Mas não podemos ter ambos.
O QUE PODE ACONTECER?
Algumas guerras civis acontecem quando um conflito político não pode ser resolvido no nível político. Os realmente maus acontecem quando um conflito político irresolúvel se combina com um conflito cultural insolúvel.
Isso é o que temos agora.
A esquerda deixou claro que não aceitará a autoridade legítima do nosso sistema de governo. Não aceitará o resultado das eleições. Não aceita essas coisas porque estão em desacordo com sua ideologia e porque representam a vontade de grandes porções do país que desprezam.
A questão é o que vem a seguir.
A última vez em torno de tensões crescentes começou a explodir em confrontações violentas entre extremistas de ambos os lados. Esses extremistas foram elogiados por moderados que integram seus pontos de vista. O primeiro presidente republicano foi eleito e rejeitado. As tensões políticas levaram ao conflito e depois à guerra civil.
A esquerda não acredita na secessão. É um movimento político autoritário que perdeu a autoridade democrática. Há agora uma luta de poder político em andamento entre os funcionários democraticamente eleitos e o mecanismo antidemocrático de governo auxiliado por um punhado de juízes e eleitos locais.
O que isso realmente significa é que existem dois governos concorrentes; O governo legal e um anti-governo traidor da esquerda. Se este conflito político progride, as agências e indivíduos em todos os níveis de governo serão convidados a demonstrar sua fidelidade a estes dois governos concorrentes. E isso pode transformar-se rápida e explosivamente em uma verdadeira guerra civil.
Não há sinal de que a esquerda entenda ou esteja preocupada com as implicações do conflito que iniciou. E há poucos sinais de que os democratas entendam adequadamente a estrada perigosa que a esquerda radical está atraindo para eles. A esquerda pressupõe que os vencedores de uma eleição democrática recuarão, em vez de ficarem sob sua autoridade. Não está preparada para a possibilidade de que a democracia não morra na escuridão.
As guerras civis terminam quando um lado é forçado a aceitar a autoridade do outro. A esquerda espera que todos aceitem sua autoridade ideológica. Os conservadores esperam que a esquerda aceite a autoridade constitucional. O conflito ainda é político e cultural. Está sendo travado na mídia e no governo. Mas se nenhum dos lados retroceder, então ele vai além das palavras, pois ambos os lados dão ordens contraditórias.
A esquerda é um movimento traiçoeiro. Os democratas se tornaram uma organização traiçoeira quando caíram sob a influência de um movimento que rejeita nosso sistema de governo, suas leis e suas eleições. Agora sua traição está chegando à tona. Eles estão envolvidos em uma luta pelo poder contra o governo. Isso não é protesto. Não é ativismo. A velha traição dos anos sessenta chegou à idade. Uma guerra civil começou.
Este é um conflito primordial entre um sistema totalitário e um sistema democrático. Seu resultado determinará se seremos uma nação livre ou uma nação de escravos. Click here to read the original in English

segunda-feira, março 27, 2017

HÁ UM ANO LULA REINAVA NO GOLDEN TULIP PARA MELAR IMPEACHMENT. SOCIÓLOGO DENUNCIOU À PGR MAS NADA FOI FEITO E LULA CONTINUA AGINDO COMO SE ESTIVESSE ACIMA DA LEI.

No dia 06 de abril de 2016, ou seja, há 1 ano, o cientista político Bolívar Lamounier, ligado ao PSDB, enviou ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, um ofício sugerindo a prisão preventiva do ex-presidente Lula por “orquestrar e conduzir” a compra de votos de deputados federais contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, a prática ocorre “em plena luz do dia, sem qualquer disfarce” e exige “intervenção urgente e enérgica” do procurador-geral."
Quem acompanha o noticiario político se lembra quando Lula despachava numa luxuosa suíte do Hotel Golden Tulip, onde se hospedara para receber uma procissão diária de deputados e senadores melar a votação do impeachment. E troço aconteceu como se fosse uma coisa natural. 
Lamounier afirmou afirmou à época que Lula estava negociando a compra de votos no hotel Golden Tulip, em Brasília. “Não há dúvida” de que se trata de um crime. No ofício, que enviara então ao PGR Rodrigo Janot ele cita que o caso do mensalão, cujo objeto também era “a compra de consciências e votos de congressistas”, aconteceu durante o governo Lula. 
Entrevista que concedeu nessa época ao jornal O Estado de S. Paulo, Lamounier lembrou que "os antigos ‘coronéis’ do interior nordestino tornaram-se conhecidos como os grandes vilões de nossa história política. Mas, justiça seja feita, por execráveis que fossem suas ações de aliciamento eleitoral, eles as praticavam com recursos próprios, não com cargos e verbas públicas, como ocorre atualmente nas dependências do hotel”, afirmou o sociólogo. 
A intervenção de Janot estaria configurada, segundo o cientista político, pela jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) firmada com o acórdão da Ação Penal 470 - o processo do mensalão. Lamounier afirma, ainda, que a proximidade da votação inicial do impeachment de Dilma pela Câmara torna conveniente que Janot “impeça o prosseguimento da prática delituosa em curso, implicando inclusive a detenção preventiva de seu autor”. 
No dia 06 de abril deste ano de 2017 completa um ano da denúncia formulada por Bolivar Lamounier, enquanto Lula continua pra lá e pra cá fazendo comícios sem qualquer cerimônia, sempre a bordo de jatinhos e desembarcando em hangares onde um carro de luxo o aguarda, bem como segurança especial.
A verdade é que Lula porta-se como estivesse acima da Lei. Lula continua agindo como se fosse uma criatura especial, um semideus, com direitos que estão acima da Constituição.

Destarte, algo precisa ser feito, ou seja: num dito “estado de direito democrático” onde as instituições estão funcionando de verdade - segundo garantem alguns - Lula tem de ser enquadrado na lei. Simples assim. 

Sponhol: Metendo a mão no baleiro.

domingo, março 26, 2017

FLORIANÓPOLIS VESTE E VERDE E AMARELO EM MANIFESTAÇÃO CONTRA OS ALGOZES DO BRASIL

Como já estava previsto as manifestações contra os inimigos do Brasil convocada pelos movimentos Vem Pra Rua e MBL não foram tão grandes como as anteriores que derrubaram a bandalha do PT do poder com o impeachent. 

Mesmo assim, em dezenas de cidades brasileiras o povo foi para as ruas.
Aqui em Florianópolis houve uma concentração no tradicional trapiche da Av. Beira Mar Norte seguida de passeata. Uma das pistas foi fechada e cercada de forte policiamento da PM que ofereceu segurança e tranquilidade para que se realizasse um comício seguido de passeta.

Grupos do MBL e Vem Pra Rua coordenaram a manifestação que foi aberta com um comício. Sobre o caminhão de som revezaram-se diversos oradores abordando os temas políticos do momento e descendo o sarrafo na malta parlamentar do Congresso Nacional que tenta de todas as formas desmantelar a Operação Lava Jato.

Depois do comício e entoando palavras de ordem como "Lula na prisão" e "Força para Lava Jato", os manifestantes marcharam cobrindo a Av. Beira Mar de verde e amarelo para encerrar a passeata nas imediações do prédio do Departamento da Polícia Federal.

Sempre otimistas, os organizadores embora prevendo um público menor do que ocorreu em outras manifestações, acabaram se surpreendendo quando a Beira Mar mais uma vez foi tomada por centenas de manifestantes vestidos de verde e amarelo gritando palavras de ordem contra organização criminosa que faliu o Brasil e agora se debruça para tentar raspar o fundo do cofre da Nação.

O POVO NAS RUAS CONTRA OS INIMIGOS DO BRASIL

Esta foto que acaba de ser enviada por leitor do blog de Belo Horizonte mostra manifestante portando cartaz na Praça da Liberdade neste domingo pela manhã.
A grande mídia, com exceção dos sites do Estadão e da revista Veja destacam alguma fotos das manifestações que já começaram em diversas cidades do Brasil em favor da Operação Lava Jato e mais diversos itens da pauta elaborada pelos movimentos Vem Pra Rua e MBL. 

Aqui em Florianópolis a manifestação está marcada para às 16 horas. Em São terá início às 14 horas na frente do Masp na Av. Paulista.

Mas em diversas cidades brasileiras as manifestações já reunem milhares de pessoas que marcham protestando contra a inércia do governo e do Congresso Nacional, bem como contra as manobras espúrias dos políticos encastelados no Congresso Nacional. Os manifestantes também censuram a leniência do STF e exigem o fim da corrupção e das roubalheiras que estão destruindo o Brasil.

Vejam aqui a relação das cidades e horários das manifestações em todo o Brasil.

sábado, março 25, 2017

SÓ O POVO NA RUA PODE VIRAR ESSE JOGO DO TERROR: 26/3, NESTE DOMINGO, A MANIFESTAÇÃO PARA IMPEDIR A VENEZUELIZAÇÃO DO BRASIL.

Hoje é sábado. Véspera de mais um grande movimento nacional contra todos aqueles que desejam venezuelizar o Brasil, isto é, tornar o país muito pior do ficou depois de quase 14 anos do desastrado reinado absoluto de Lula e seus sequazes. Venezuelizar o Brasil é levar a termo o objetivo do Foro de São Paulo, CUJO PRESIDENTE DE HONRA E FUNDADOR É O LULA, o que significa a favelização do Brasil de ponta a ponta. Já estamos muito perto de uma situação em que os lixões serão transformados em supermercados. Na Venezuela, isso já ocorre. Lá os ditames dos comunistas títeres da quadrilha cubana eliminaram os últimos vestígios da democracia erguendo sobre os seus escombros um regime tirânico cujo principal meio de controle social é a FOME! Como em Cuba, onde há mais de meio século sua população passa toda a sorte de privações, dentre elas a mais importante, a falta de alimentos. É pela fome que as ditaduras comunistas mantêm o controle total da população.

Num quadro de fome as quadrilhas incentivadas pelos comunistas é que passam a controlar quem pode e quem não pode comer. Este é um resumo, de forma ligeira, da ameaça que pesa sobre os brasileiros. 

Pois bem, dito isto, todos sabem que neste domingo, dia 26 de março de 2017, está convocada uma Manifestação Nacional destinada a impedir que os assassinos do povo brasileiro, ou seja, o establishment (políticos, grande mídia, formadores de opinião, mega empresários, ONGs esquerdistas e todos os partidos políticos) imponha o caos para manter tudo como está.

Dado aos nefastos fatos evidentes não resta outra opção ao povo brasileiro que não seja exigir imediatamente o fim desse festival de horror patrocinado por todos aqueles que postulam um poder discricionário e perpétuo à custa da desgraça da Nação.
Clique sobre a imagem para vê-la completa
Em São Paulo será a partir 14h - Av. Paulista/Masp

PARA EVITAR UMA TRAGÉDIA
A propósito, o empresário Rogerio Chequer, líder do movimento Vem Pra Rua, escreveu um artigo publicado na Folha de S. Paulo, intitulado "Por que precisamos ir às ruas". Vale a pena ler o artigo que transcrevo abaixo. Como todos sabem toda a grande mídia está boicotando este evento, como tentou boicotar todos as outras mega manifestações que levaram ao impeachment da Dilma. Segue anter do artigo o vídeo de entrevista que Rogerio Chequer concedeu à jornalista Madeleine Lascko do site O Antagonista.

Vejam o vídeo e não deixem de ler o artigo que segue logo abaixo. Portanto vale a pena não apenas ler esta postagem, mas também compartilhar à farta pelas redes sociais, o que pode ser feito diretamente aqui do blog nas ferramentas de compartilhamento logo abaixo ao final do artigo. 

Lembrem-se que não há muito tempo para evitar o pior. A não ser que vocês queiram permitir que se dê carta branca para a corriola infame que deseja fazer dos lixões os locais onde o povo brasileiro tentará mitigar a fome. Isto não é sensacionalismo não. Isto é a verdade. Portanto temos que lutar para impedir que essa tragédia se abata sobre o Brasil como já ocorre na Venezuela. Leiam o artigo abaixo e vejam o vídeo:
POR QUE PRECISAMOS IR ÀS RUAS?
Por Rogerio Chequer
A famosa frase "você pode enganar alguns durante um tempo, mas não pode enganar a todos por muito tempo" está em risco. Vivemos no Brasil uma nova realidade, onde a sociedade passa a cobrar de nossos representantes que efetivamente nos representem. Enquanto isso, esses representantes, apavorados com a possibilidade de perderem poder e privilégios, lutam para sobreviver. Custe o que custar à democracia. Seu plano é simples, mas avassalador. Basta que nos enganem nos próximos seis meses.
Como funcionam as eleições no Brasil? Simples. Com dinheiro suficiente, qualquer um pode ser eleito. Uma vez eleito, ele usa o mandato trabalhando para conseguir dinheiro para a próxima eleição. Atender aos eleitores não é prioridade, pois a memória do povo é curta e suscetível a belos slogans e campanhas de marketing. Nesta realidade, mestres na arte de se eleger permanecem no poder por décadas, sem jamais trabalhar para o país, para a sociedade, muito menos para quem os elegeu.
O que poderia quebrar esse ciclo? Menos dinheiro e mais consciência dos eleitores. Ambos estão prestes a acontecer, e por isso o momento é único. Os políticos profissionais (ressalte-se: não são todos, mas a grande maioria) estão desesperados.
Diante da ameaça de perder poder e o foro privilegiado, criaram uma estratégia simples: dado o fim do caixa 2 e com o caixa 1 contaminado, aumentariam o dinheiro que tiram dos impostos pagos por nós, e o canalizariam para os partidos —dinheiro este que poderia e deveria ir para educação, saúde e infraestrutura, mas que passaria a alimentar campanhas de reeleição. Para garantir que esse dinheiro eleja os caciques partidários atuais (e quem mais os interessa) criariam uma lista rígida, em que os candidatos serão colocados na ordem que interessar. Interessar a quem? Aos caciques. Votos a novos candidatos, que poderiam oxigenar a política, servem aos primeiros da lista. Com sorte, chegam no candidato votado. Isto é a lista fechada.
O esquema de aumento colossal (fala-se em R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões por ano, todo ano!) de financiamento público e fechamento de listas é perverso e quebra a segunda perna da nossa democracia, a representatividade, já debilitada pelos esquemas de corrupção e compra de poder espalhados pela República.
Os argumentos a favor do esquema são frágeis e falaciosos. Vejamos os principais, e as alternativas disponíveis.
1. Lista fechada é mais barato: Sim, mas seria custo o principal critério? Se sim, por que não mudamos o sistema para o voto distrital, que segundo estudos diminui o custo das campanhas em cinco vezes? Devemos ter muito cuidado em isolar o critério "custo" de eleições, pois ditaduras carregam os sistemas eletivos mais baratos. Minha pergunta é: quanto vale um processo realmente democrático?
2. Não dá tempo de mudar o sistema para uma solução ideal: Ora, e dá tempo de mudar para a pior alternativa? Já existem no Congresso projetos de lei para voto distrital, recall e outros, que poderiam ser utilizados. O prazo é o mesmo —até 2 de outubro deste ano— para qualquer mudança. São seis meses.
3. Lista fechada fortalece os partidos: Na verdade, fortalece os caciques dos partidos, não sua base, nossa esperança de renovação. Por isso há dissidências ao plano nas bases dos grandes partidos, que sabem que o benefício será direcionado aos chefões de sempre.
4. O fim do financiamento privado requer nova fonte de financiamento: Não foi o financiamento privado que acabou, mas o de empresas. Se os partidos passassem a atender aos cidadãos, sua função primordial, estes seriam seus contribuintes voluntários, recorrentemente como filiados ou esporadicamente, em eleições. Isso criaria um círculo virtuoso entre sociedade e partido —este servindo àquela—, gerando partidos com ideologias e interesse genuíno nos cidadãos.
5. O financiamento público atual não é suficiente: O Fundo Partidário foi R$ 820 milhões em 2016. Há três anos, era R$ 290 milhões, um terço do valor atual! Como foram alocados os R$ 600 milhões adicionais? Precisam agora de mais R$ 3 bilhões? É um escárnio.
6. Já temos renovação: Alguns dizem ser da ordem de 50%. Porém a renovação histórica do Congresso não implica mudanças, pois os poucos caciques que se mantêm no poder são suficientes para evitar a modernização do sistema. E trazem consigo novos apadrinhados. Exatamente ao que assistimos agora.
A fragilidade desses argumentos revela a real intenção dos velhos caciques parlamentares, que tentam evitar o fim que os aguarda. Com o poder que têm, eles podem sim aprovar essas medidas. Cabe a nós, sociedade, exigir que não o façam. E precisamos ser rápidos –a primeira votação ocorre em duas semanas.
Neste domingo, temos uma chance de protestar contra essa articulação. Mostrarmos que somos quem financia tudo isso, com muito trabalho e impostos. Cabe a nós evitar um desastre tão danoso ao país quanto a corrupção, pois ele a perpetuará.

Se nos deixarmos ser enganados nos próximos seis meses, teremos que engolir esse mesmo Congresso por mais quatro ou oito anos. Cada um tem a oportunidade de escolher: ir às ruas exigir renovação política; ou ficar em casa e perder o direito de reclamar depois.

Sponholz: Sempre mais do mesmo.

quinta-feira, março 23, 2017

ATENTADO TERRORISTA EM LONDRES É EDULCORADO PELO JORNALISMO 'FAKE NEWS' DA GRANDE MÍDIA

A esta hora da madrugada em que escrevo esta postagem não há ninguém na face da Terra que não saiba do atentado terrorista ocorrido nesta quarta-feira em Londres, a capital da Inglaterra, justamente nas redondezas do Parlamento. 
Mas a grande mídia e o jornalismo esquerdista e histérico que domina as redações continua tergiversando, embora até os cachorros das ruas saibam que se tratou de mais um atentado terrorista perpetrado por um dos milhares de muçulmanos que habitam a capital britânica e infestam toda Europa, tendo sido importados pelas deletérias União Europeia e ONU com apoio de todos os partidos esquerdistas a começar pelo deletério Partido Trabalhista, a versão britânica do PT de Lula.
Mas não só os partidos esquerdistas apoiam esses assassinos. Esse ataque contra a Civilização Ocidental tem o beneplácito da grande mídia, não apenas dos proprietários de jornalões e redes de TV, mas também dos seus empregados, os jornalistas, essa corja de vagabundos mentirosos que infesta dos os meios de comunicação. A eles cabe a tarefa de produzir “fake news”, coisa que fazem com desvelo, haja vista que são todos esquerdistas de carteirinha.
Tanto é que até agora, fora os sites conservadores americanos, não há um veículo da grande mídia que relate com exatidão o que ocorreu em Londres nesta quarta-feira. E pior do que isso, nem um texto, um artigo ou editorial em defesa da Civilização Ocidental chamando pelo nome exato os responsáveis por essa carnificina absurda, essa escalada de assassinatos à luz do dia de pessoas indefesas como ocorreu nesta quarta-feira em Londres.
Ilustram esta postagem dois vídeos para que os estimados leitores do blog saibam o que realmente aconteceu na capital britânica, quem são os responsáveis e quem os apóia.
Um é do canal Rebel Media nas imediações onde ocorreu o atentado. A reportagem desse canal independente é de Tommy Robison.
O outro vídeo é apresentado pelo Paul Joseph Watson que também atua no site norte-americano InfoWars. Prestem a atenção neste vídeo. Watson mostra como os islâmicos e esquerdistas ocidentais curtem o atentado enviando 'emoticons', com carinhas e corações de felicidade pela morte de pessoas inocentes.
Ambos são por demais conhecidos por todos aqueles que há muito tempo dispensaram a grande mídia e obtêm informações nos sites, blogs e plataformas independentes do Youtube. Mas vale o crédito para a excelente Embaixada da Resistência em sua página do Facebook que fez as postagens dos vídeos com legendas em português.
Aproveitem a oportunidade para compartilhar intensamente esta postagem pelas redes sociais, para que todas as pessoas se conscientizem sobre o que está acontecendo e possam então reagir em sua defesa pessoal e na defesa da nossa Civilização Ocidental.

Sponholz: A carne é fraca...

quarta-feira, março 22, 2017

"JARDIM DAS AFLIÇÕES", FILME SOBRE OLAVO DE CARVALHO, TERÁ AVANT PREMIÈRE NOS ESTADOS E UNIDOS E SOFRE BOICOTE NO BRASIL.

O documentário de longa-metragem "O Jardim das Aflições" será exibido pela primeira vez, na Virgínia, Estados Unidos, onde foi filmado, quinta-feira (23), às 20h, na Virginia Commonswealth University. Em seguida à exibição do filme - promovida pela VCU Human Security Initiative e o Philosophy Club - haverá um debate entre o personagem do filme, Olavo de Carvalho, e o diretor, Josias Teófilo. O debate será transmitido ao vivo para a página do filme no Facebook. O filme estreia nos cinemas brasileiros em maio.
O documentário, dirigido pelo diretor pernambucano Josias Teófilo e produzido por Matheus Bazzo, despertou oposição desde o início da sua produção. Afinal, o filme é um estudo poético sobre um dos intelectuais mais influentes do Brasil contemporâneo: o filósofo Olavo de Carvalho. Desde o início da campanha de financiamento coletivo para produzir o filme, o diretor e sua equipe enfrentaram críticas e tentativas de boicote pela escolha de Carvalho, que é um conservador, conhecido pelas posições críticas à esquerda e, notadamente, ao PT.

Matheus Bazzo, Olavo de Carvalho e o diretor Josias Teófilo.
POLÊMICA & BOICOTE
O filme causou repercussão na mídia: o site Omelete descreveu o filme como "polêmico", o UOL como o "Aquarius da direita" - comparando o documentário ao filme que representou o Brasil em Cannes em 2016. "O Jardim das Aflições" foi destaque também na BBC Brasil, nos jornais Correio de Minas, Diário de Pernambuco e Jornal do Commercio, entre outros.
A polêmica continuou após o documentário pronto. "O Jardim das Aflições" foi rejeitado em todos os festivais nos quais foi inscrito - decisões nas quais o diretor Josias Teófilo vê um julgamento político, não estético. "O establishment cultural, dominado pela esquerda, não quer que os brasileiros vejam esse filme", diz.
"O mais curioso é que, apesar da polêmica, não é um documentário político", diz Josias, que hoje mora em Petersburg, cidade no Estado da Virgínia, nos Estados Unidos - não muito longe do próprio Olavo de Carvalho, que saiu do Brasil há anos."O Jardim das Aflições" retrata o cotidiano do filósofo em sua casa, na Virgínia. 
A obra capta a atmosfera de trabalho intelectual, convívio familiar e, principalmente, o seu pensamento filosófico — exposto em momentos distintos da sua rotina, com temas específicos encadeados numa narrativa. A dualidade entre a vida cotidiana e a transcendência filosófica é o eixo de sustentação do documentário, que mostra a filosofia de Olavo de Carvalho corporificada pela sua presença. Matéria publicada pelo site Terra

Sponholz: Um país à deriva...


Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas.