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quinta-feira, fevereiro 22, 2018

O ESTABLISHMENT ENTRE DEUS E O DIABO. INTERVENÇÃO NO RIO DE JANEIRO PODE DEFINIR FUTURO POLÍTICO E INSTITUCIONAL DO BRASIL.


A boa performance política da família do pré-candidato Jair Bolsonaro tem a sua razão de ser. Se deve à infatigável dedicação em denunciar, sobretudo, a questão da insegurança que já transformou a vida dos brasileiros num verdadeiro inferno. Principalmente nas grandes cidades, embora esse clima de insegurança total já tenha se espraiado por todo o território nacional. 

Ilustram esta postagem dois vídeos postados na página do Facebook do deputado estadual pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, um dos filhos do presidenciável. O primeiro destaca discurso proferido na Alerj pelo deputado Flávio Bolsonaro, quando elenca algumas prerrogativas obrigatórias das Forças Armadas no processo de intervenção no Rio de Janeiro e, sobretudo, no combate aos criminosos que praticamente já sitiaram o Rio de Janeiro.

No outro vídeo um flagrante mostra os bandoleiros portando armadas pesadas à luz do dia espalhando o terror e ameaçando o povo desarmado e completamente à mercê dos criminosos ao que parece num bairro carioca.

Enquanto isso, a grande mídia continua tergiversando quando não estimula o banditismo ao invocar os "direitos humanos" em favor desses monstros. O mesmo comportamento se constata nas bancadas esquerdistas em nível federal e também nas Assembléias Legislativas dos Estados numa dobradinha com os repórteres que cobrem o Congresso e Legislativos estaduais.

Em síntese é isto que está acontecendo. O único ponto fora da curva é a família Bolsonaro que, aliás, há anos vem denunciando todas as manobras da bandalha comunista que é a responsável por todo esse inferno em que foi transformado o Brasil.

Qualquer análise política que descure esta realidade é o exemplo concreto de "fake news" cujo conceito é mais elástico do que simplesmente "notícias falsas". 

Manifestações contra o uso da força bélica e do denominado "mandado coletivo" por parte das Forças Armadas na sua missão interventora no Rio de Janeiro, é pura "fake news" apoiadas por ditos "juristas", mas que não passam de chicaneiros ordinários de porta de cadeia.

Não é à toa, portanto, a performance do pré-candidato Jair Bolsonaro e de seus filhos que há anos vêm insistindo sobre a questão da segurança pública.

De tudo que está acontecendo no Brasil tem-se uma certeza absoluta: o mal não poderá triunfar, a menos que a exemplo da Venezuela as Forças Armadas brasileiras tenham se rendido aos ditames do establishment que está acuado e a um passo de fazer um acordo com satanás.

Sponholz: Free Boys...

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quarta-feira, fevereiro 21, 2018

JORNALISMO DE VERDADE: UMA CACETADA NAS MENTIRAS E CONTRADIÇÕES DO ESQUERDISMO VAGABUNDO E DELIRANTE.


A já famosa Embaixada da Resistência em sua página do Facebook e plataforma no Youtube fez mais uma dessas traduções com legendas de um vídeo muito especial. Trata-se de um comentário do famoso jornalista norte-americano Tucker Carlson, da Fox News, analisando quem é na verdade autoritário: Donald Trump ou seus oponentes esquerdistas do Partido Democrata?

Falta-nos um Tucker Carlson e uma Fox News aqui no Brasil, onde a grande mídia, sobretudo a televisão, transformou-se em correia de transmissão ideológica do esquerdismo delirante e sua agenda bundalelê.

Não deixem de ver este vídeo. É curto. Se maiores delongas Tucker Carlson detona os especialistas em fake news da mainstream media, sobretudo veículos como CNN e jornais com The New York Times e Washington Post.

E nem foi preciso chamá-los de feios, sujos e malvados. Bastou apenas explorar a contradição do discurso esquerdista.

Os Estados Unidos são o que são, a maior economia do mundo, maior produtor de tecnologia e inovação e, verdade seja dita, são bons em todas as áreas que vão desde o show business até foguetes interplanetários. E não tem mais para ninguém. Sorry, periferia.

Toda essa força e poder emana apenas numa coisa: a dominante rejeição ao esquerdismo e suas teses idiotas e deploráveis. Sim, deploráveis sob todos os aspectos. Perguntem aos cubanos e venezuelanos se eles estão satisfeitos.

NÃO ACABA MAIS NA QUARTA-FEIRA


Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
O carnaval está se tornando cada vez mais longo. Começa muito antes do sábado e não acaba na Quarta de Cinzas. Às favas as tradições religiosas da Quaresma. Isso em um país que é tido como de maioria católica. Aliás, tradições, essas memórias do tempo, irão se esvaindo até se tornarem invisíveis para novas gerações.
Nas produções elaboradas e rutilantes das escolas de samba, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, todo ano pobres se vingam transformando-se em reis e rainhas. Mulheres se despem para satisfação de nativos e estrangeiros. A proximidade, nos carros alegóricos, com personalidades populares leva ao nirvana misturado com samba.
Durante horas desfilam escolas competindo entre si para alcançar o primeiro lugar, porque viver é competir. Nas arquibancadas o público não sente sono, fome ou cansaço durante toda a noite até a manhã do dia seguinte. Algo inimaginável caso fosse obrigatório como trabalhar. Aí cansava demais porque ninguém é de ferro. Nos camarotes, ricos e famosos se entretêm comendo, bebendo, fofocando. O desfile é de menos porque sabem que aqueles reis e rainhas são de mentirinha.
Neste ano chamou atenção no sambódromo críticas políticas e sociais. A campeã Beija-Flor trouxe para a avenida encenações da violência e da corrupção. Esta era expressa pela ratazana simbolizando o petrolão do PT. Homens vestidos com ternos pretos e guardanapos nas cabeças representavam o ex-governador atualmente preso, Sérgio Cabral, e seu pessoal na famosa estada em Paris.
A Beija-Flor foi muito aplaudida pelo público que pagou caro para assistir aos desfiles. Apenas ficou esquecida a corrupção do presidente de honra da escola, o bicheiro Anísio Abrahão David, e o fato dos cariocas terem eleito Sérgio Cabral duas vezes, além do seu sucessor, Pezão. Sem falar que o PT era ou ainda é forte no Rio de Janeiro. Se Lula se safar no Supremo, certamente muitos cariocas votarão nele novamente.
A vice-campeã, Paraíso do Tuiuti, mostrou ser uma escola caprichosamente aparelhada pelo PT e seus agregados, como o PSOL. Agradou as arquibancadas com críticas ao presidente Temer vestido de vampiro, carteiras de trabalho estragadas pela reforma trabalhista e os “manifestoches”, vestidos com camisas verde-amarelas e manipulados pela Fiesp, símbolo do capitalismo.
Paradoxalmente, “manifestoches” foram os milhões de brasileiros que bateram panela e, espontaneamente, foram às ruas em todo país para pedir a saída de Dilma Rousseff, de Lula e do PT. Os carnavalescos da Tuiuti não apresentaram os chamados “pães com mortadela”, que recebem um lanche e alguns trocados para irem em ônibus fretados pela CUT às manifestações de interesse do PT, sem saberem aonde e porquê vão.
Nenhuma escola mostrou o Tríplex, o Sítio de Atibaia e outras maracutaias de Lula, ficando assim um misto de incoerência e cinismo da parte dos carnavalescos. No fundo foi a revolta, não política, mas da falta de verba pública, apesar de que não devem ter faltado verbas de variadas fontes.
Quanto ao carnaval de rua, que se expressa através dos blocos, levou milhões para a folia. São Paulo deixou de ser o “túmulo do samba” e fervilhou de gente que pulou freneticamente sem parar por dias seguidos, braços para o ar numa espécie de transe coletivo. Tanto lá quanto no Rio, sobrou um rastro de imundície e fedor de urina, qual souvenir de nossa marca cultural.
Observando bem, o aumento dos blocos indica que o povo tomou gosto de ir às ruas. Ao mesmo tempo, aconteceu um tipo de compensação prazerosa: substitui-se momentaneamente a realidade virtual das redes sociais, onde não há contato físico, pelo realismo material do outro, mesmo que fosse para ser tocado, roubado, apalpado, beijado, etc. e tal. E assim caminha a irracionalidade das criaturas que se julgam racionais.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga, professora, escritora.

Sponholz: Já vai tarde...

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terça-feira, fevereiro 20, 2018

POR QUE JAIR BOLSONARO TEM RAZÃO?


O pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro explica nesta entrevista no vídeo acima seu voto em favor do decreto da intervenção no Rio de Janeiro. E somente aqueles que pretendem continuar se locupletando, mamando de uma forma ou de outra nas tetas estatais é que discordam de Bolsonaro.

A verdade é que só e apenas com uma iniciativa militar como a ocorrida em 1964 seria capaz de por fim a esse estado de descalabro em que se encontra o Brasil e cujos principais responsáveis conforme expliquei aqui são três ajuntamentos políticos: o MDB, PSDB e PT. 

E a prova do que estou afirmando é que nenhuma dessas siglas consegue colocar de pé um nome viável eleitoralmente como candidato presidencial. E isso dá a exata medida do silencioso repúdio do povo brasileiro a qualquer nome oriundo desses três ajuntamentos políticos.
Tanto é que essa gentalha do MDB, PSDB e PT não pode mais aparecer em lugares públicos e muito menos viajar de avião e transitar em saguão de aeroporto.

E, por causa desses trastes, o Brasil está no fundo do poço e a um passo de se transformar em uma nova Venezuela. Afinal, todas as iniciativas do Governo indicam isso. A começar por uma intervenção militar no Rio de Janeiro sem que os militares possam levar a cabo sua missão, ou seja, detonar a bandidagem.

E nesse funesto mister os coveiros do Brasil contam com o apoio irrestrito dos cafajestes das redações da grande mídia e que a todo momento convocam ativistas de ONGs de direitos humanos e comunistas das áreas de ciências humanas das universidades para reforçar o discurso no qual os direitos humanos são invocados em favor de bandidos.

Estranho, muito estranho é ver as Forças Armadas obedecendo um Ministro da Defesa comunista e admitindo tudo isso.

EM CIMA DO LANCE: Logo após ter escrito o artigo acima o site O Antagonista publicou esta nota:

Exército perde mandados coletivos de busca
O governo desistiu dos mandados coletivos de busca – como aquele que permitiu prender Elias Maluco.
Lauro Jardim disse que, na reunião de hoje no Rio de Janeiro, os ministros Torquato Jardim, Grace Mendonça e Sérgio Etchegoyen concluíram “que não é possível bancar juridicamente” a medida.

domingo, fevereiro 18, 2018

QUEM DIRIA, HEIN? FOI SÓ O PARAGUAI LIVRAR-SE DOS COMUNISTAS E A ECONOMIA COMEÇOU A BOMBAR, ENQUANTO O BRASIL PATINA NA LAMA VERMELHA.


Durante muito tempo o Paraguai foi motivo de chacota até o momento em que decidiu livrar-se da canalha comunista que, com o apoio dos comunistas brasileiros - leia-se PT, PSDB e MDB e toda a grande mídia - havia levado ao poder naquele país o Bispo Fernando Lugo, uma versão de Lula de batina.

Com Lugo na Presidência o Paraguai estava pronto para se transformar numa nova Venezuela, aliás bafejado à época pelo tiranete Hugo Chávez e com o apoio dos comunista brasileiros.

Políticos e empresários resolveram dar um basta ao estado de calamidade e terrorismo no país e a Assembléia Nacional destituiu o bispo vermelho Fernando Lugo que foi simplesmente detonado pelo escore de 39 a 4. Isto aconteceu em 22 de  julho de 2012.

Toda a imprensa brasileira, como não poderia deixar de ser, gritou unâmime: "é golpe". A partir daí o Paraguai deixou de ser notícia na grande mídia brasileira embora esteja aí ao nosso lado e continue parceiro da nossa Itaipu. Além disso está crescendo economicamente.

Não se sabe no entanto como está o estado geral dessa mega usina construída sim pelo governo militar de 1964, já que o Brasil está sucateado como nunca antes na história desse país, desde que a canalha comunista retornou ao poder. Repito: sob o comando do MDB, PT, PSDB.

Agora à tarde, zapeando pelo Facebook encontrei o vídeo acima, postado pelo pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro. Trata-se de um vídeo de promoção comercial da empresa Paraguay Invest Developmentque aliás tem um belo site.

Bolsonaro indaga em sua postagem: “Por que o Paraguai cresce, em média, 7% ao ano”? , e explica: "seus ministros são todos técnicos, sem indicações políticas; energia barata (Itaipu); sem burocracia, desregulamentação; impostos mais baixos".

Embora seja um vídeo promocional de uma empresa dá para ter uma ideia das mudanças ocorridas no Paraguai 6 anos depois desse país ter se livrado da praga comunista. A própria existência dessa empresa voltada a turbinar negócios empresariais já é por si só um exemplo concreto da performance paraguaia. Quem sabe não seria uma boa pauta para os programas da Rede Globo?, ao invés de (argh!) matérias sobre a "diversidade bundalelê"?

E, para concluir: seria possível na atual conjuntura política, econômica e social do Brasil uma empresa desse viés concitar empresários a investir no Brasil?

Sponholz: Narizinho sensível...

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sábado, fevereiro 17, 2018

A INTERVENÇÃO DESARMADA E A CRIAÇÃO DE MAIS UMA BOQUINHA. VEM AÍ O "MINISTÉRIO DA (IN) SEGURANÇA".

Enquanto a mídia anuncia neste sábado que Michel Temer vai criar o 'Ministério da Segurança', coisa que não passa de mais uma 'boquinha' que funcionará como moeda de troca no balcão de negócios em que o MDB, PT e PSDB transformaram o ato de governar.

O essencial permanece intocável. As Forças Armadas e as polícias continuam manietadas pela lei do desarmamento da polícia que concede o armamento para os bandidos. Por tudo isso a propalada intervenção no Rio de Janeiro, como as demais incursões das FFAA na ex-cidade maravilhosa, tem tudo para não resolver nada. 

De tudo que tem sido dito pela grande mídia - useira e vezeira em produzir fake news e adaptar a narrativa dos fatos aos interesses do establishment - um artigo do jornalista J. R. Guzzo (José Roberto Guzzo) é um ponto fora da curva. Ainda mais quando está estampado no site da revista Veja justamente a principal ponta de lança dos escusos interesses do dito establishment e que exala os últimos suspiros, enquanto mendiga assinaturas para não fechar as portas. O que aliás está acontecendo com todos os ex-grandes veículos de mídia aqui no Brasil e em todos os países do mundo.

Seja como for, o fato é que o artigo de J.R. Guzzo é uma exceção e diz tudo. Faz um inventário sucinto dessa destrambelhada dita "intervenção" no Rio de Janeiro. Transcrevo:

EMPULHAÇÃO
Por J. R. Guzzo
As Forças Armadas, com o Exército à frente, são a organização mais respeitada do Brasil. Dão de 10 a 0 no Supremo Tribunal Federal, no Ministério Público, nos juízes que ganham o “auxílio-moradia”, na mídia e no Congresso Nacional. Ganham de longe de qualquer organização civil ─ sindicatos, empresas estatais ou privadas, confederações disso ou daquilo, clubes de futebol, OABs e similares. É melhor nem falar, então, da Igreja Católica e das CNBBs da vida ─ e muito menos desses lúgubres “movimentos sociais”, entidades de “minorias” e outros parasitas que vivem às custas do Tesouro Nacional. Enfim, as Forças Armadas têm mais prestigio que qualquer outra coisa organizada que exista neste país. Militar não rouba. Militar não falta ao serviço. Militar não é nomeado por político. É exatamente por essas razões ─ por ter nome limpo na praça, e valer mais aos olhos do público do que todos os três poderes juntos ─ que o Exército foi chamado para defender um Rio de Janeiro invadido, tomado e governado na prática por um exército de ocupação de criminosos. Mas é só por isso, e por nada mais: o governo chamou os militares, porque esta é a única maneira de tentar mostrar à população que está “fazendo alguma coisa” contra a derrota humilhante que lhe foi imposta pelos bandidos. O Exército não pode derrotar o crime no Rio de Janeiro. Nenhum exército foi feito para isso, em nenhum lugar do mundo. Pode haver algum alívio durante um certo tempo, mas depois a tropa tem de sair ─ e aí o crime volta a mandar, porque é o crime, e não o governo e sua polícia, quem manda no Rio de Janeiro.

O governo Michel Temer, no caso, é culpado por empulhação ─ mas só por empulhação. Pela situação do crime no Brasil, com seus 60.000 assassinatos por ano, recordes de roubos, estupros e violência em massa, e a entrega da segunda maior cidade do país à bandidagem, as responsabilidades vão muito além. A culpa pelo desastre, na verdade, é conjunta ─ o que não quer dizer, de jeito nenhum, que ela é dos cidadãos. Ela é de todos os que têm algum meio concreto de influir na questão e não fazem o seu dever. Como é possível enfrentar a sério o crime se temos leis, um sistema Judiciário e agentes do Estado que protegem ativamente os criminosos? Afinal, do jeito em que está a ordem pública no Brasil, eles têm praticamente o direito de cometer crimes.

A maior parte da mídia mantém uma postura de hostilidade aberta à polícia ─ nada parece excitar tanto o fervor do noticiário do que as denúncias contra a “violência policial”. Obedece, ao mesmo tempo, a mandamentos de simpatia e compreensão perante os criminosos, sempre tratados apenas como “suspeitos”, vítimas da situação “social” e portadores prioritários de direitos. A maior parte dos 800.000 advogados do país é contra qualquer alteração que torne menos escandalosa a proteção e garantias fornecidas ao crime pelas leis atualmente em vigor. Policiais são assassinados em meio à mais completa indiferença ─ policial bom é policial morto, parecem pensar governo, oposição e quem está no meio dos dois. Os bispos, as ONGs, as entidades de defesa dos direitos humanos, as variadas “anistias” internacionais que andam por aí, as classes intelectuais, procuradores, juízes, políticos e mais uma manada de gente boa são terminantemente contra a repressão ao crime. Punição, segundo eles, “não resolve”. Sua proposta é esperarmos até o Brasil atingir o nível educacional, cultural e social da Noruega ─ aí sim, o problema estará resolvido.

A jornalista Dora Kramer, na sua coluna da última edição de VEJA, escreveu o que está para ser dito há muito tempo e ninguém diz: a cidade do Rio de Janeiro vive, hoje em dia, como se estivesse ocupada por uma tropa de invasão nazista. Nem mais nem menos. Um invasor do país tem de ser combatido com guerra, e não com decretos, criação de “ministérios de segurança” e a intervenção de um Exército que é mandado à frente de combate com as mãos amarradas. Não tem estratégia clara. Não tem missão definida. Não tem a proteção da lei. Não tem o direito de usar suas armas dentro da finalidade para a qual elas foram projetadas e construídas. Não tem meios adequados sequer para proteger os seus próprios soldados ─ muito menos, então, para atacar o inimigo. Enquanto for assim, o Rio continuará entregue aos invasores. (Do site da revista Veja)

sexta-feira, fevereiro 16, 2018

VÍDEO: O SHOW RURAL COM JAIR BOLSONARO REVELA O PENSAMENTO SOCIAL, ECONÔMICO E POLÍTICO DO PRÉ-CANDIDATO PRESIDENCIAL. VALE A PENA CONFERIR.


Pouco antes do carnaval o pré-candidato presidencial Jair Messias Bolsonaro esteve no Paraná e no Mato Grosso do Sul, quando realizou contatos sobretudo com o o setor empresarial do agronegócio, ou seja, esse segmento que põe comida na mesa dos brasileiros e o excedente exporta. No jargão do setor exportador esse volume imenso, sobretudo de grãos e carnes, constituem as commodities que, a rigor, sustentam economicamente o Brasil.

Além do contato com esse importante segmento produtivo, o pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro, também contatou com o eleitorado do campo sendo que os diversos vídeos dessa visita estão na página oficial de Jair Messias Bolsonaro no Facebook. Não faltaram as recepções ruidosas de eleitores de Bolsonaro nos Aeroportos de Cascavel e também de Dourados, no Mato Grosso do Sul.

No vídeo acima está a entrevista completa concedida à Rádio CBN Cascavel, Paraná, no Programa Show Rural, comandado pelo radialista Valdomiro Cantini. Recomendo que assistam para saber qual o pensamento de Bolsonaro em relação as diversos temas que integram a pauta dessa pré-campanha. A entrevista está na íntegra e foi transmitida ao vivo na ocasião pelo Facebook. Todavia muito leitores do blog, suponho, não usam o Facebook e por isso esta postagem é também relevante. Repito: vale a pena ver e ouvir.

Sponholz: Surrealismo tropical.

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