TRANSLATE/TRADUTOR

segunda-feira, janeiro 15, 2018

COMUNISTAS ESTÃO CONCENTRADOS EM PORTO ALEGRE COM O APOIO DO ESTABLISHMENT. ENTÃO É BOM SABER DO QUE ELES SÃO CAPAZES DE FAZER. A VERDADE HISTÓRICA NÃO PERDOA.


Mais um vídeo imperdível para compreender o sórdido esquema dos comunistas que esconde uma realidade apavorante. São os comunistas os campeões de assassínios em massa. Matam por fuzilamento, mas também matam de fome como vem ocorrendo agora na Venezuela.

E o mais interessante disso tudo é que a grande mídia e seus jornalistas - alguns idiotas congênitos, outros para se locupletar - dão curso sistemático a essa assombrosa mentira segundo a qual as revoluções comunistas destinam-se a 'libertar' o povo dos grilhões da exploração.

Quando alguém se levanta contra essa insidiosa mentira é tachado imediatamente de "nazista". Mas por ironia os campeões de assassinatos em massa são os comunistas, tendo ultrapassado nazistas fascistas e tutti quanti

É disso que trata ao vídeo acima, da 'Prager University', com tradução e legendas do sempre excelente site Tradutores de Direita.

Creio que é oportuno ver este vídeo, mormente pelo fato de que os veículos de toda a grande imprensa brasileira concentram-se em defender os malditos comunistas brasileiros e repercutem ad nauseam matérias enfocando as ameaças do PT que promete fazer o diabo em Porto Alegre porque Lula será julgado pelo TRF-4.

Tudo isso é incrível e inacreditável. Lula e seus sequazes são os responsáveis pela situação de descalabro econômico que se abate sobre o Brasil. A máquina pública está paralisada justamente pelos 13 anos de reinado petista. Mas cabe um parêntese neste aspecto. As coisas chegaram a essa situação calamitosa pelo conluio protetor da tropa chefiada por FHC. Leia-se: PSDB e MDB, ao redor dos quais gravitam todos demais partidos que formavam a tal "base aliada" que garantiu o avanço aos cofres públicos então revelado pela Operação Lava Jato.

E a grande mídia continua na sua faina absurda de tentar limpar a lama fétida que cobre todos esses políticos de todos os partidos. Estão tão sujos que não se limparão nunca mais. Tanto é que não conseguem um só nome para concorrer à Presidência da República. Apesar disso continuam dando o tom ao noticiário político, todo ele concentrado em criar as condições para transformar o Brasil numa nova Venezuela.

Por tudo isso, é importante ver este vídeo para saber como os comunistas têm se comportado ao longo do tempo. Eles são os maiores assassinos da história da humanidade. Não há precedente. E o pior de tudo é que agora se concentram em Porto Alegre e fazem ameaças diárias ao povo brasileiro que são generosamente repercutidas por todos os veículos da grande mídia.

No texto legenda do vídeo os Tradutores de Direita afirmam:

"Por que as pessoas não sentem a mesma repulsa ao comunismo como demonstram sentir ao falar do nazismo?
Você já reparou que os males do comunismo são pra lá de ignorados por estudantes e militantes que correm para acusar qualquer opositor ideológico de fascista, enquanto usam orgulhosamente uma camiseta vermelha com estampa de Che Guevara?
No último e excelente vídeo da PragerU, Dennis Prager explica o fenômeno e faz um apelo, para que se conheça a história daqueles que viveram e vivem sob a opressão do comunismo, de forma a honrar sua memória.
Devemos estar preparados para identificar qualquer alinhamento com as teorias genocidas do comunismo, e continuar na luta para extirpá-lo do nosso país. Esse vídeo é essencial para isso."
Confira!
Tradução: Hugo Silver
Revisão: Jonatas

sexta-feira, janeiro 12, 2018

JAIR BOLSONARO SOZINHO CONTRA TODO O ESTABLISHMENT. OU: QUANDO OS REIS FICAM NUS.


NA SEQUÊNCIA A “MANSÃO" DE BOLSONARO:

O que deve acontecer na eleição presidencial no Brasil este ano é previsível. Será provavelmente todos os candidatos de todos os partidos políticos contra Jair Messias Bolsonaro. Ah, e ainda tem toda a grande mídia também contra Bolsonaro.

Resta perguntar, se fosse possível, o que dizem os eleitores. Digo se fosse possível porque quem indaga os eleitores são os institutos de pesquisas eleitorais. Nos Estados Unidos, esses pesquisadores davam como favas contadas a vitória de Hillary Clinton. Portanto, não dá para medir tendência eleitoral por meio de pesquisas.

Desta forma, Jair Messias Bolsonaro, como aconteceu com Donald Trump, não estará disputando com determinados candidatos porque todos estão juntos contra ele e, ao mesmo tempo, todos eles jogam todas as fichas em favor do condenado Lula da Silva.

É um troço vergonhoso, mas que um dia haveria ficar muito claro para todos os brasileiros. Por isso, a eleição presidencial deste ano de 2018 já entrou para a história política do Brasil justamente por revelar de forma irretocável a empulhação, a mentira, a manipulação e a sem-vergonhice que por mais de 13 anos permitiu a pilhagem total dos cofres da Nação. 

Explica-se de forma clara e didática pela injunção dos fatos, isto é, objetivamente, que o Brasil ao longo de sua história teve apenas um interregno de progresso que foi o período dos governos militares.

Findo o regime inaugurado em 1964, o dito establishment retornou ao poder. O resultado está aí. O Brasil está falido, os Estados e municípios estão falidos e o nível de insegurança tornou-se crônico e avassalador emulando aquele período que antecedeu o golpe comunista na Venezuela.

O impeachment da Dilma, neste caso, foi apenas uma forma de um rearranjo organizado pelo establishment (políticos, grande mídia, mega empresários e tutti quanti) para se manter no poder.

No entanto, essa gente jamais imaginaria que encontraria pela frente Jair Messias Bolsonaro, como os Democratas (a esquerda nos Estados Unidos, o partido do establishment) jamais admitiam que seriam triturados por Donald Trump.

Lá como aqui o establishment tinha em mãos todos os recursos não só do erário com os 8 anos de Obama na Casa Branca, mas também das organizações multilaterais como a ONU, a União Europeia e milhares de ONGs e os mais os poderosos potentados globalistas.

Enquanto isso o grosso da população americana estava quieta e arredia, ainda que os comícios de Trump fossem gigantescos  (repercuti alguns aqui no blog). Mas esses eventos foram diligentemente escondidos da opinião pública americana e internacional. 

Como Trump, Jair Bolsonaro aparece como um outsider e se utiliza tão somente as redes sociais para se comunicar com os eleitores. Também igual a Trump, Bolsonaro é vítima das 'fake news' (notícias falsas).

Os dois vídeos que ilustram esta postagem são da pagina oficial de Bolsonaro no Facebook, que anteontem atingiu mais de 5 milhões de seguidores.

Faltando cerca de 9 meses para o pleito presidencial este é o cenário político brasileiro no momento. E não há nenhum indicador concreto que de que esse panorama possa mudar até o mês de outubro, quando então o povo brasileiro decidirá se quer continuar a ser a eterna vítima do lodaçal da corrupção, das roubalheiras, da empulhação, da mentira e da insegurança total ou se quer abraçar a agenda conservadora de paz e segurança. Aliás dois componentes sem os quais nenhuma nação progride.

As contingências oferecem aos brasileiros uma oportunidade - quiçá a única -  em toda a sua história para virar o jogo político que até hoje teve sempre um único vencedor. Os recentes eventos políticos comprovam tudo isso. Ou precisa - insisto - desenhar?

quinta-feira, janeiro 11, 2018

POR QUE JAIR MESSIAS BOLSONARO ATORMENTA FERNANDO HENRIQUE CARDOSO E SEUS SEQUAZES?


A corrida para a eleição presidencial deste ano de 2018 não tem nada a ver com todas as outras que os brasileiros já vivenciaram. Um conjunto de eventos originados pela Operação Lava Jato revelaram de forma inconteste que a totalidade dos partidos políticos foi para o vinagre e com eles suas principais lideranças. Não sobrou sequer um nome de todos os políticos que em passado recente tinham viabilidade eleitoral.

Tanto é que o establishment continua lutando tenazmente para viabilizar um nome palatável ao eleitorado. Por enquanto não conseguiu emplacar ninguém porque todos estão de uma forma ou de outra chafurdando no pântano da corrupção, da roubalheira, da mentira e da mistificação. Algo assim: o rei ficou nu.

E é essa situação complicada, para não dizer dramática, que arrasta todo o establishment para o mesmo lugar. E não poderia ser diferente. PT, PSDB e MDB são rigorosamente a mesma coisa. São eles que vinham dando as cartas enquanto encenavam dissidências, oposição, impeachment. Mas depois do vendaval da Lava jato o eleitorado mais atilado pôde constatar que são verso e anverso da mesma medalha socialista. Os demais partidos nanicos por sua vez são mais do mesmo. Dedicam-se às sobras do banquete dos abutres no qual o Fernando Henrique Cardoso senta na cabeceira.

Essa história levou alguns anos para ser exposta de forma nua e crua ao eleitorado brasileiro. Ninguém precisou revelar nada. Os fatos se impuseram ainda que a grande mídia até hoje tente escamoteá-los. Só não percebem os néscios ou os supostos espertalhões que fingem não enxergar o óbvio justamente tendo em mira serem convivas do conclave dos abutres. A coisa está tão ruim que esses falsários rasgaram a fantasia e na atualidade se agarram aos 30%, se tanto, dos votos de Lula, ou seja, a velha cota dos comunistas e socialistas de iPhone.

O EFEITO BOLSONARO
Sobrou apenas Jair Messias Bolsonaro, o outsider que pela primeira vez na história do Brasil chancela boa parte da agenda conservadora. É o único político brasileiro com densidade eleitoral excepcional que não participa do banquete de abutres.

Tanto é que também é o único político brasileiro que é capaz de assinar um vídeo como este que ilustra esta postagem fazendo uma advertência dramática sobre a ameaça da venezuelização do Brasil. Algo que Fernando Henrique Cardoso jamais permitiria que seus áulicos fizessem. Até porque um de seus acólitos mais dedicados é o Aloísio Nunes Ferreira, conhecido como "chofer do Marighella", o terrorista que o governo militar despachou para o inferno. Hoje Aloísio Nunes Ferreira é Ministro das Relações Exteriores e autor da Lei da Migração que os capachos de Fernando Henrique Cardoso aprovaram no Congresso Nacional. Essa lei escancara as fronteiras do Brasil à imigração, inclusive contemplando os tarados islâmicos. 

Por isso, nenhum dos comandados de FHC levanta um dedo contra o golpe comunista na Venezuela, como jamais censuraram o agora finado psicopata assassino Fidel Castro que passou o cetro para o seu irmão Raúl antes de ir para o inferno.

O único político brasileiro com viabilidade eleitoral presidencial que mete o dedo na ferida é Jair Bolsonaro. Além de assinar a produção do vídeo acima Bolsonaro fez a postagem em sua página no Facebook, que nesta quarta-feira registrou 5 milhões de seguidores.

Se o FHC e sua gentalha continuam tratando a Venezuela e o ditador assassino Nicolas Maduro com reverência chamando-o de "Presidente", e ao mesmo tempo têm ódio mortal de Bolsonaro, não resta menor dúvida de que não hesitarão em transformar o Brasil num arremedo da Venezuela para se manterem no poder.

Portanto, não é surpresa nenhuma a performance de Jair Messias Bolsonaro. Ou o Fernando Henrique Cardoso e seus sequazes acham que todos os brasileiros são imbecis?

Sponholz: Não está fácil. Nem com mortadela!

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada

quarta-feira, janeiro 10, 2018

NA PRESENTE ORDEM SOCIAL, O CONSERVADORISMO É A NOVA CONTRACULTURA. DAÍ OS ATAQUES HISTÉRICOS DOS ESQUERDISTAS.


Este vídeo de Paul Joseph Watson com tradução dos já famosos Tradutores de Direita, está muito interessante. Na verdade é uma analise sociológica e política de forma sintética e sem as complicações do linguajar acadêmico ridículo e pretensioso. Watson vai diretamente ao ponto no que concerne à denominada "contracultura" movimento que começou a ficar mais evidente nos anos 60 do século passado com o aparecimento do "hippies" e outras manifestações histéricas correlatas.

A contracultura é um movimento esquerdista destinado a banir por completo todo um conjunto de crenças e, sobretudo, valores morais que compõem a matriz cultural que deu origem ao mundo ocidental. A contracultura é portanto uma espécie de "guerrilha cultural" que opera principalmente por meio da grande mídia incluindo-se aí a educação (escolas e universidades), o cinema e as artes em geral com destaque para o show business. O objetivo é a comunização do planeta.

Tanto é que qualquer desses bobocas metidos a artista enchem a boca quando se referem à cultura. O texto dos Tradutores de Direita a respeito deste vídeo resume bem a coisa:

"A esquerda caiu em estado de anemia depois de sua grande conquista. Conseguiu difundir e subverter as bases culturais, de tal forma, que se tornaram a representação do establishment após dominarem as várias ramificações do poder e do discurso. Padronizaram comportamentos, implementaram idéias pautadas em utopias, e introduziram um código moral politicamente correto que foi sendo construído em cima de um castelo de cartas blindado por um discurso artificial. Seus discursos revolucionários e progressistas encobriam velhos mantras enfadonhos, que foram desnudados por um punhado de aventureiros que reagem como guerrilhas informativas dando corpo a um novo movimento social reacionário. E na presente ordem social, o conservadorismo é a nova contracultura".

Trocando em miúdos, essa gente que vive ainda nos anos 60 do século passado há muito tempo já perdeu o discurso. As novas gerações já trabalham com outros conceitos e os verbalizam à farta pelas redes sociais. De fato é uma espécie de "nova contracultura". Afinal a vida social, como o cosmos, é um eterno vir a ser.

O mais importante de tudo isso é que aos poucos as pessoas, principalmente as novas gerações, vão compreendendo que o "conservadorismo" guarda apenas o que é relevante e muda tudo aquilo que não presta.

O último recurso dos esquerdistas tem sido a tal diversidade bundalelê. Todavia a humanidade continua se reproduzindo em alta escala. Calcula-se em cerca de 7 bilhões os terráqueos, com estimativa para 8 bilhões no curto prazo.

Sorry, esquerdistas. Mas vocês perderam a guerra.

Sponholz: Urnas estão bichadas!

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada

terça-feira, janeiro 09, 2018

POR QUE O BREXIT É ESSENCIAL PARA AS SALVAÇÃO DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL? ENTENDA O QUE DE FATO ACONTECE NA EUROPA.


O texto que segue após este prólogo é um excelente artigo de Drieu Godefridi, autor belga, clássico-liberal, fundador do Institut Hayek de Bruxelas. PhD em Filosofia pela Sorbonne em Paris, também capitaneia investimentos em empresas europeias. Está publicado no prestigioso site Gatestone.
Sua narrativa sobre a esculhambação que tomou conta da capital belga tem tudo a ver com a Europa pós-União Europeia. Saliente-se que Bruxelas é a sede do Parlamento Europeu, uma espécie de “capital da Europa”, afinal são 28 países que compõem esse mega bloco econômico e, sobretudo, político. Sim, político porque a União Europeia legisla como se fosse o governo central da Europa. Encontraram um eufemismo para designar essa intromissão nos assuntos internos dos países membros. Chamam isto de “regulação”. Por meio dessas “regulações”, os burocratas e parlamentares da UE decidem sobre os assuntos internos dos países membros desse bloco econômico e político. Trata-se a rigor de um ensaio de um “governo global” cujos "estados-membros" seriam os ditos "blocos econômico".
Foi tudo isso que levou a maioria dos eleitores do Reino Unido a decidir pelo Brexit, ou seja, a saída da União Europeia. 
Na ocasião da vitória do Brexit no plebiscito fiz diversas postagens aqui no blog. Dentre essas postagens a que reputo mais importante é aquela em que publico vídeo produzido no Reino Unido e que faz uma devassa da União Europeia, mostrando a realidade do fatos. O título do filme é Brexit. Faço novamente acima a postagem desse documentário que dá uma ideia muito precisa dos motivos que levaram os eleitores britânicos a optar pela saída da União Europeia. 
Em grande medida os britânicos, velhos de guerra, sentiram imediatamente o cheiro de carne queimada e mandaram ver no plebiscito. Anteviram o que agora acontece em Bruxelas, onde mais de 90 prédios acomodam o Parlamento Europeu e seu séquito de burocratas politicamente corretos. Nas ruas da histórica Bruxelas surge amiúde escaramuças que em grande medida emulam ocorrências comuns em republiquetas bananeiras da América Latina, segundo revela a narrativa do artigo de Drieu Godefridi.

Conclusão: só o Brexit pode salvar a Europa. E isto significa, mais do que nunca, a salvação da Civilização Ocidental!

Batalhão de choque com apoio de um canhão de água e blindado antiprotesto, tentando afastar arruaceiros do centro de Bruxelas, Bélgica, em 12 de novembro. Centenas de "jovens" de origem estrangeira "comemoravam" a classificação para a Copa do Mundo de futebol da equipe marroquina promovendo tumultos, nos quais 22 policiais ficaram feridos. (Imagem: captura de tela de vídeo da Ruptly by Gatestone).

BEM-VINDO AO INFERNO CHAMADO BRUXELAS
Por Drieu Godefridi (*)
Quando o então candidato à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump salientou em janeiro de 2016 que, graças à imigração em massa, Bruxelas estava se transformando em um inferno, políticos belgas e europeus unidos se entrincheiraram nas barricadas da mídia afirmando: como ele ousa dizer uma coisa dessas? Bruxelas, capital da União Europeia, quintessência do mundo pós-moderno, vanguarda da nova "civilização global", inferno? Indubitavelmente a assimilação dos recém-chegados nem sempre é tranquila, podendo haver atritos de tempos em tempos. Mas não importa, eles ressaltavam o seguinte: Trump é um bufão e seja lá como for ele tem zero chance de ser eleito. Essas eram as opiniões dos ávidos leitores do The New York Times International Edition e assíduos telespectadores da CNN International.
No entanto, Donald Trump, em seu inconfundível e impetuoso estilo, estava simplesmente certo: Bruxelas está rapidamente mergulhando no caos e na anarquia. Exatamente dois meses depois desse dramático 'trumpismo', Bruxelas foi abalada por um execrável ataque terrorista islâmico que tirou a vida de 32 pessoas. Esta é somente a ponta do monstruoso iceberg que vem se avolumando há mais de três décadas via imigração em massa e loucura socialista.
No mês passado Bruxelas foi alvo de três ondas de tumultos e saques em escala gigantesca.
Primeiro, o Marrocos se classificou para a Copa do Mundo de futebol: entre 300 e 500 "jovens" de origem estrangeira tomaram as ruas de Bruxelas para "comemorar" o evento à maneira deles, saqueando dezenas de lojas no centro histórico de Bruxelas, devastando avenidas desertas da "capital da civilização" e, no meio do quebra-quebra feriram 22 policiais.
Três dias mais tarde, uma estrela da música rap das redes sociais chamada "Vargasss 92", cidadã francesa de origem estrangeira, resolveu organizar outra "comemoração" não autorizada no centro de Bruxelas, que rapidamente se transformou em mais um quebra-quebra. Novamente lojas foram destruídas e pessoas foram agredidas sem motivo algum a não ser o de estarem no lugar errado na hora errada. Breves clipes do acontecimento foram transmitidos pelas redes sociais, mostrando ao mundo (e aos belgas) a verdadeira face de Bruxelas sem a maquiagem dos políticos. Não é de se admirar que a elite política da Europa odeie do fundo d'alma as redes sociais. Eles preferem a tradicional imprensa, politicamente correta, fortemente subsidiada tanto na França quanto na francófona Bélgica.
Por último, em 25 de novembro, as autoridades socialistas que administram a cidade de Bruxelas tiveram a brilhante ideia de autorizar a realização de uma manifestação contra a escravidão na Líbia que rapidamente se precipitou em mais uma confusão: lojas destruídas, carros incendiados, 71 pessoas presas.
Esse vale-tudo, sem a menor justificativa política, é o novo lugar-comum em Bruxelas. Os políticos podem não gostar dessa realidade, consequência de seu lamentável fracasso, mas é, no entanto, uma verdade incomensurável além de inevitável. A nova Bruxelas caracteriza-se por tumultos e saques cometidos por pessoas de origem estrangeira, bem como pela ininterrupta presença de militares fortemente armados nas ruas de Bruxelas, paradigma desde 22 de março de 2016, dia em que islamistas europeus assassinaram 32 pessoas e outras 340 ficaram feridas no pior ataque terrorista da Bélgica.
Desperta curiosidade saber porque esses belos soldados belgas que patrulham as ruas não fazem nada para evitar a baderna. Pelo simples motivo de que está fora de sua alçada. Se um soldado ferir um saqueador, ele provavelmente será execrado em publico, ridicularizado pela mídia, julgado e expulso do exército com desonra.
Seria engraçado se não fosse gravíssimo. Depois dos dois primeiros tumultos desta última série, a televisão estatal belga (RTBF) organizou um debate com a participação de políticos e especialistas de Bruxelas. Entre os participantes estava o senador Alain Destexhe, do movimento reformista de centro-direita (partido do primeiro ministro belga).
Destexhe é uma figura interessante na política belga. Na Bélgica francófona, ele tem sido um dos poucos a dizer publicamente que a imigração em massa que os belgas estão impondo a si mesmos é insustentável, que o islã não pode ser considerado uma religião tão pacífica assim e que as escolas nas quais 90% das crianças são de origem estrangeira e que não falam francês nem holandês em casa, não são a receita ideal para o sucesso. Declarações como essas podem até ser o óbvio ululante em grande parte do mundo ocidental, mas na parte francófona da Bélgica, fortemente influenciada pela visão de mundo dos franceses, ele foi considerado de extrema direita, extremista até, racista e outras sutilezas que a esquerda aprecia tachar.
No debate, tão logo Destexhe tentou provar que existe uma conexão entre a não integração de muitas pessoas de origem estrangeira em Bruxelas e o alto grau de imigração que já dura décadas, o moderador literalmente gritou com ele ressaltando que "a migração não é o assunto do debate Monsieur Destexhe! MIGRAÇÃO NÃO É O ASSUNTO, PARE COM ISSO!", antes de dar a palavra a um "poeta sem papas na língua", uma jovem que explicou que o problema é que as mulheres que usam o véu islâmico (que ela mesma usa) não se sentem bem-vindas em Bruxelas. A plateia foi logo estimulada a aplaudi-la. Também no set se encontrava um político do Partido Verde que afirmou: "ninguém sabe qual é a origem dos arruaceiros". Dica: eles 'comemoravam', de maneira idiossincrásica a vitória do Marrocos. Um glorioso momento do surrealismo belga? Nada disso, apenas um típico "debate" político na Bélgica de língua francesa, exceto que normalmente Destexhe não é convidado.
O quadro não estaria completo sem mencionar que justamente na noite em que começou o quebra-quebra, 11 de novembro, uma associação chamada MRAX(Mouvement contre le racisme, l'antisémitisme et la xénophobie) publicou em sua página no Facebook um apelo para que se denunciasse qualquer caso de "provocação policial" ou "violência policial". Resultado da revolta? Número de policiais feridos: 22, número de prisões: zero. MRAX não é só um monte de esquerdistas que simpatizam com os islamistas, eles recebem pesados recursos pagos com dinheiro do contribuinte. Os movimentos de direita também são financiados pelos contribuintes? Resumindo em uma palavra: não. Em Bruxelas a taxa de desemprego é surpreendentemente de 16,9%, é assombroso também que 90% dos que dependem do estado de bem-estar social tenham origens estrangeirase, ainda que os impostos estejam entre os mais altos do mundo, os cofres públicos estão, apesar disso, sangrando. Um breve flash de mais um fracasso socialista.
Mas há esperança. Bruxelas não se resume em Molenbeek e em tumultos, a municipalidade conta com uma robusta tradição de empreendedorismo, o governo federal da Bélgica, em particular o componente flamengo conhece bem os desafios que precisam ser enfrentados. Mas nada vai mudar se não for reconhecido que, em muitos aspectos, Bruxelas se transformou, da opulenta cidade conservadora e "burguesa" que era há 25 anos, em um inferno.
Ironicamente o que Bruxelas obviamente precisa é um Donald Trump.

(*) Original em inglês: Welcome to the Hell Hole that is Brussels

Tradução: Joseph Skilnik - do site Gatestone

Sponholz: Os mascarados e os tolos.

Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas

domingo, janeiro 07, 2018

SAIBA IDENTIFICAR OS CANALHAS QUE DESEJAM TRANSFORMAR O BRASIL NUM LIXÃO COMUNISTA COMO A VENEZUELA


Mais uma postagem a partir do grande trabalho que os Tradutores de Direita vêm realizando em seu site e na sua página do Faceboook. E neste início de 2018 os tradutores vêm fazendo uma retrospectiva de 2017 e o caso da Venezuela não poderia ficar de fora. Afinal, foi em 2017 que o tiranete Nicolás Maduro e seus asseclas, incluindo-se aí as Forças Armadas, assestaram o golpe de misericórdia nos últimos vestígios de democracia. Conseguiram realizar in totum o projeto do Foro de São Paulo, a organização comunista criada por Lula a mando de Fidel Castro com a finalidade de aplicar o dito “socialismo do século XXI” em todo o continente latino-americano.
Na postagem do vídeo que ilustra esta matéria em sua página do Facebook, os Tradutores de Direita comentam o conteúdo do vídeo neste texto-legenda: 
“O Socialismo do Século XXI não se difere do Socialismo do Século XX por apresentar melhores resultados, mas sim na maneira como foi implantado na América Latina: ao invés da revolução, os comunistas chegaram ao poder pacificamente, pelas vias democráticas. Já no poder, moldaram o Estado à sua imagem e semelhança: implodiram as instituições democráticas, minaram a independência entre poderes, aparelharam as Forças Armadas, desarmaram a população e armaram suas milícias. No vídeo abaixo, Tucker Carlson, da Fox News, descreve a crise na Venezuela, um país que flutua no petróleo mas suas crianças estão morrendo de fome e os opositores do regime estão sendo presos e mortos. Qualquer semelhança com o projeto de poder que foi iniciado no Brasil NÃO é mera coincidência.”
Vou mais além. Não deixem de ler:
Sim, não é mera coincidência. O golpe comunista no Brasil foi abortado com o impeachment da Dilma, resultado de um mega movimento popular que levou milhões de brasileiros às ruas. Mas não foi apenas por isso. É que a luz vermelha da falência econômica do Brasil acendeu enquanto ao mesmo tempo a Operação Lava Jato eviscerou a víbora vermelha de cujo ventre obeso e fétido verteu a gosma da corrupção e da roubalheira desvairada e até então mantida em segredo sob o manto da impunidade total e irrestrita.
Mas isto não quer dizer que o fantasma tétrico do Socialismo do Século XXI foi liquidado. O que se teve foi um impeachment meia boca que pisoteou a Constituição ao manter intactos dos direitos políticos da Dilma. Em síntese, o establishment consentiu o impedimento da Dilma para atenuar a pressão popular. Afinal, quem assumiria o poder, como de fato assumiu, era mais do mesmo. Ou mais do que isso, o velho MDB que nasceu para ser o coiteiro oficial da vagabundagem comunista até que os militares fossem alijados do poder. 
Com o regime de 1964 afastado escancarou-se a porteira e todos os vagabundos, picaretas, mentirosos e ladrões retornaram ao poder, desta feita - vejam só - como heróis! E muitos ainda foram premiados com o dita “bolsa ditadura”. Dentre esses trastes encontram-se dezenas de jornalistas. São aqueles que os leitores mais atilados indentificam pela forma como escrevem sem jamais tocar no principal. Aliás, muitos desses vermes rendiam rapapés e salamaleques a Lula e sua gentalha, até que explodiu o petrolão. Costumam escrever histórias das carochinhas quando as amenidades tratam de escamotear a dura realidade.
E não se espantem. Toda essa gente continua no poder e almeja transformar  o Brasil numa nova Venezuela. Explica-se: numa ditadura comunista os áulicos do regime podem roubar com segurança, impunemente. Por isso é que em todo regime comunista impera a fome, a insegurança e o terror. Haja vista que Cuba na década dos 50 do século passado era um país próspero e virou um favelão. Há dezenas de vídeos no Youtube enfocando Cuba nos anos anteriores ao golpe comunista de Fidel Castro que comprovam esta realidade.
E, por incrível que pareça, Lula e sua gentalha não têm apoio apenas dos psicopatas comunistas, mas de todo o establishment composto pelos políticos, a grande mídia e os grandes empresários e banqueiros. A essa gente interessa um regime de viés chinês, ou seja, zero de liberdade política e total libertinagem econômica, um alegre contubérnio dos ricos e da classe média com a ditadura.
Isto explica não só o comportamento da grande mídia mas o silêncio obsequioso das classes de alta renda e até mesmo da classe média que vive com as unhas fincadas nas tetas estatais. Para essa gente um regime comunista é um maná. E esta é a razão pela qual a hipótese da venezuelização do Brasil não é uma fantasia, uma simples retórica política, mas uma ameaça real acalentada por essa malta de chupins, falsários e oportunistas. Afinal, todos esses tipos como os quais nos deparamos diariamente são os primeiros a arrotar o arroto fétido contido na afirmativa: “olha, sabe de uma coisa? Esse Lula ainda acaba se elegendo”.
Quando você leitor ouvir isso de alguém esteja certo de que você está falando com o tipo mais baixo, ordinário e vagabundo da face da Terra, ou seja, um chupim oportunista. É por causa desse desgraçado que você amanhã poderá estar catando restos de comida nos lixões com a baioneta de um soldado sobre a sua nuca. Como na Venezuela.

Sponholz: Aquecimento global!

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada

sábado, janeiro 06, 2018

EM APENAS UM ANO DE GOVERNO DONALD TRUMP DETONOU O ESTABLISHMENT, FEZ A ECONOMIA AMERICANA BOMBAR E SE TRANSFORMOU NO MAIOR LÍDER GLOBAL.


Mais um vídeo excepcional produzido pelo site Tradutores de Direita, desta feita fazendo um balanço completo do primeiro ano do governo do Presidente Donald Trump. Algo que ninguém verá jamais nos veículos da grande mídia.

Conforme salientam os Tradutores de Direita, o ano 2017 deveria ter entrado para a história como o ano da infâmia nos EUA. Um ano perdido, desperdiçado por impasses políticos, por crises e escândalos fabricados. A elite política não honrou a vitória de Donald Trump como a decisão soberana e democrática do povo americano, mas como um acidente que deveria ser corrigido, um câncer que deveria ser detido a todo custo. Todas as forças do establishment político se uniriam para abortar a presidência do penetra que ousou a desmantelar todo um projeto de poder em andamento. A ordem era clara: abortar a presidência Trump já no seu primeiro ano de governo.
Mas, no final de 11 meses, uma supresa...
Apresentação: Hugo Silver